Acompanhamento próximo e para todos

Miguel Ferreira da Cunha é médico e diretor clínico da FCSaúde, empresa de prestação de serviços clínicos, de bem-estar e especializados, ao domicílio. Os serviços prestados acompanham todas as fases da vida – da gravidez, passando pela infância, vida adulta e idade sénior. Destacam-se a os serviços de Medicina, Fisioterapia, Enfermagem, Psicologia, Terapia da Fala, Nutrição e Osteopatia. Os serviços especializados incluem o apoio necessário a idosos ou pessoas com mobilidade reduzida. Os serviços de bem-estar contemplam Massagens Terapêuticas, Personal Trainer, Yoga ( para adultos, grávidas, bebés e crianças, Yoga Terapia) e, em breve, Meditação.

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Miguel Ferreira da Cunha, médico e diretor clínico

Aquando do confinamento, quais foram os serviços clínicos mais pedidos?

Os serviços clínicos mais pedidos foram o “check-up covid-19” com acompanhamento médico – realizámos cerca de 750 serviços deste tipo. No que diz respeito à parte médica, temos maior incidência de tele e videochamadas mas, em caso de requisição de consultas presenciais, temos até três triagens de forma a avaliar o “nível de segurança” de cada um dos domicílios e abordagens clínicas requisitadas. A primeira triagem será operacional, uma segunda triagem, se necessário, pelo diretor clínico e uma terceira triagem por parte do médico responsável pela conclusão do serviço.

Quem são as pessoas que recorrem a este tipo de serviços?

A faixa etária mais representada é a dos 20 aos 40 anos, seguida pelos que têm entre 40 e 60 anos, mas servimos utentes de qualquer idade. Somos uma empresa com serviços reativos, mas também temos inúmeros serviços que visam a prevenção, otimização e manutenção dos estados de saúde e de bem-estar dos utentes.

Como avalia o comportamento das pessoas em relação à necessidade de se deslocar a um hospital?

Os utentes evitam, nesta fase, as deslocações a clínicas e hospitais e perguntam-nos várias vezes o que fazer e como o fazer. Refiro que a FCSaúde não substitui um cuidado hospitalar. Por isso, as nossas triagens são obrigatórias (ainda antes da Covid-19), para avaliar os casos hospitalares versus domicílios. A nível clínico, somos uma empresa que soluciona urgências e não emergências, ainda assim acreditamos ter um papel importantíssimo no futuro da saúde em Portugal.

Acredita que a FC Saúde se posiciona como uma alternativa a este tipo de cuidados médicos institucionais?

Acreditamos que somos um complemento e uma alternativa viável para todos os utentes, porque não nos focamos exclusivamente na medicina reativa, mas também na preventiva, tentando através da educação na saúde mudar os hábitos e rotinas dos utentes, de forma a contribuirmos para o seu estado de bem-estar e dotar os mesmos de ferramentas para que consigam ter momentos de felicidade ao longo do tempo, acompanhando sempre os seu amigos e familiares próximos neste caminho conjunto que temos ao lado uns dos outros no decorrer da nossa vida.

Considera que estes serviços poderão evoluir e abranger cada vez mais população?

Temos uma média de avaliações de 4,92/5 em milhares de inquéritos de qualidade, o que nos dá perspetivas de que a nossa visão pode ser coincidente com o que o mercado da saúde em Portugal está a necessitar. A verdade é que temos tido um acréscimo do número de pedidos de assistência ao domicílio e esse pode ser um indicador de que o futuro está a ser moldado e adaptado à realidade que estamos e vamos continuar a viver. Somos uma start-up em processo de crescimento nacional e internacional e reconhecemos a necessidade de todos os utentes terem acesso a um serviço personalizado, competente e seguro.

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