“Alterámos rotinas sem influenciar a rapidez de resposta”

Paulo Silva é consultor de seguros e, há mais de 20 anos, foi credibilizando o seu nome no mercado segurador. Mesmo durante o confinamento e com muitas empresas paradas, a atividade seguradora da Dirigeste não sofreu oscilações, considerando que trabalha essencialmente com PME’s e clientes particulares.

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Paulo Silva, sócio-gerente

Como caracteriza a Dirigeste Mediação Seguros a sua posição no mercado, tendo em conta o aumento de players na área seguradora?

A Dirigeste está no mercado segurador há mais de 20 anos, tempo que permitiu credibilizar e solidificar de forma sustentada. Trabalhamos maioritariamente com o cliente particular e com PME’s, o que permite à empresa não sofrer grandes oscilações de volume de negócios, principalmente em épocas atípicas, como a recente pandemia. No que respeita ao aumento dos players, é algo que vemos de uma forma natural, mas que só nos motiva a ser cada dia melhores, tendo como objetivo oferecer um serviço de excelência, designadamente no acompanhamento do cliente nas diversas fases da contratação de uma apólice de seguro e, mais importante, o acompanhamento e gestão de toda a sua carteira nos vários momentos da mesma. Cada vez mais pretendemo-nos diferenciar pela qualidade do serviço prestado!

Quais as mais-valias de trabalhar com mais do que uma seguradora?

A nossa principal preocupação é receber e aconselhar cada cliente de acordo com a sua necessidade, logo é importante trabalhar com várias seguradoras. No caso da Dirigeste, trabalhamos com a Allianz, Zurich, Seguradoras Unidas e Metlife, para que seja possível apresentar ao cliente produtos com diferentes especificidades e que possam ir ao encontro das suas ambições. O cliente é bastante conhecedor e exigente nesta área de negócio. O preço não pode nem deve ser exclusivamente o fator de decisão final para o cliente, sendo a nossa obrigação elucidar o cliente sobre todas as implicações de uma apólice.

Quais os principais desafios a que falta dar resposta, relativamente aos efeitos da crise pandémica na atividade económica?

Essencialmente perceber como e quando se poderá efetuar a retoma económica, sendo certo que o mercado segurador dificilmente voltará a ser o que era, quer no seu contexto económico, quer na forma de comercialização dos seguros, e, neste campo, estou muito orgulhoso pela forma rápida como a Dirigeste alterou rotinas de trabalho mas conseguiu responder sempre aos seus clientes. Nos tempos atuais, é fundamental reinventarmo-nos e estar prontos para acompanhar e responder às necessidades dos clientes, principalmente desta nova geração denominada digital.

O aparecimento de alguns players totalmente online influencia a forma como se posicionam junto dos clientes?

Não tem qualquer influência, até porque é algo com que estamos bastante familiarizados, mesmo antes da pandemia já recorríamos bastante aos meios digitais no contacto com o cliente. Cada vez mais, o digital está e estará presente nas nossas vidas, pelo que foi bastante fácil adaptar-nos e reforçar os meios para dar uma resposta célere aos clientes.

Como lhe parece que a economia evoluirá, nos próximos tempos?

Esta crise pandémica mostrou-nos que o mundo pode mudar a cada minuto e, por consequência, a economia, pelo que é difícil perspetivar um futuro imediato. Creio que a vontade de retoma económica é transversal a todas as áreas de negócio, no entanto, mais do que esperar, é importante agir e reinventar novas formas de ter sucesso no mercado segurador.

www.dirigeste.allianz.pt

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