“Disponibilizamos formação totalmente customizada”

Alexandre Teixeira é o chefe da Unidade de Qualificação do Inovinter, um centro de formação profissional que teve de se adaptar às aulas à distância, aquando do confinamento obrigatório. Ultrapassadas as dificuldades, já está atualmente a receber formandos presencialmente e regista positivamente a adaptação que aconteceu ao ensino à distância.

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Alexandre Teixeira, chefe de Unidade de Qualificação

Como caracteriza o Inovinter relativamente aos serviços que presta e à forma como se posiciona?

O Inovinter – Centro de Formação e de Inovação Tecnológica, foi criado ao abrigo do DL nº 165/85, de 16 de maio, pela Portaria nº 407/98, formado entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP, I.P.) e a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN). Temos, desde a nossa génese, a missão de contribuir, através da formação profissional, para o desenvolvimento económico e social e para a melhoria das condições de vida e de trabalho dos nossos formandos/as.

Como se adaptou aquando da necessidade de confinamento?

O processo de adaptação foi rápido. Para o facto contribuiu o nosso Centro Qualifica que, de forma muito ágil, passou a realizar os processos de RVCC de forma remota. Passámos por um processo de formação (serviços, formadores/as) e antecipámos o upgrade da nossa infraestrutura tecnológica. Foi realizado um diagnóstico relativo às necessidades formativas (face ao contexto) e lançada a oferta formativa.

Quais as principais dificuldades?

Das principais dificuldades destacamos a necessidade de não deixar nenhum/a formando/a sem acesso a formação (missão bem-sucedida até agora). O envio da informação necessária para a formação por outros meios, empréstimo de equipamentos em contexto de sala (cumprindo as normas da DGS) e criação de manuais de acesso às plataformas foram apenas algumas das ações implementadas.

Que novidades formativas gostaria de destacar?

Destacamos a possibilidade de criar formação totalmente customizada e adaptada. Muito trabalho está a ser desenvolvido com autarquias locais, empresas e associações no sentido de criar percursos formativos que criem impacto. Para além disto, a aposta forte em cursos com elevadas taxas de empregabilidade (tecnologias, turismo, saúde).

Como será o regresso, no que respeita às medidas de segurança adotadas?

Estão criadas todas as condições e já estamos a receber formandos/as presencialmente. O cumprimento escrupuloso das orientações da tutela e da DGS vão permitir um regresso de todos em segurança.

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