45 anos dedicados à mediação de seguros

A Gese Seguros estabeleceu a sua atividade na área da mediação de seguros e, desde a sua fundação, evoluiu tendo em vista o futuro. A digitalização, que agora o setor segurador atravessa, e as opções por soluções de seguros mais personalizadas e que satisfaçam clientes de nichos de mercado sempre foram questões consideradas e desenvolvidas pela Gese, para quem o crescimento é também um objetivo futuro, como afirma o administrador, Luís Costa.

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Como se posiciona a Gese Seguros para com os seus clientes e parceiros num mercado competitivo como é o da Mediação de Seguros?

Acho que o mais importante é caminharmos lado a lado com os nossos clientes e parceiros, isso para nós é o mais importante. Nos bons e maus momentos. Os clientes e parceiros sabem reconhecer quem os acompanha e recomendam-nos.

Considerando particularmente o período pandémico, como foi possível continuar a estar presente para os clientes, mesmo durante o confinamento?

Não foi uma tarefa fácil. Tivemos sempre equipas nos escritórios, não podíamos simplesmente “desaparecer”, fizemos milhares de chamadas de acompanhamento aos nossos clientes, para os ouvir essencialmente e responder às suas questões. Numa semana normal tínhamos mais de 300 chamadas recebidas de clientes e outras tantas efetuadas. Não podíamos parar. Quando necessário continuávamos a fazer deslocações às empresas dos nossos clientes. Se para a maior parte dos nossos clientes o trabalho continuava, a Gese não podia ser diferente. Foi nesta altura que contratámos dois novos colaboradores, porque parar não era opção e, perante algum problema, os nossos níveis de serviço tinham que se manter. Reforçámos a nossa equipa para estarmos cada vez mais presentes. Quisemos ajudar muitas famílias na altura do Natal, em parceria com a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e a Cruz Vermelha Portuguesa, e distribuímos tonelada e meia de bens essenciais. Temos uma equipa fabulosa de colaboradores, pessoas que não desistem, que não viram a cara a um desafio e neste período não foi diferente. Os resultados tinham de aparecer e não falharam, dia após dia. Quando gostamos do que fazemos tudo parece mais fácil.

Durante a fase mais difícil da pandemia, existiu efetivamente uma maior procura por seguros de saúde?

Sim, existiu um aumento da procura de variados ramos, seja na Saúde, pelo receio de alguma doença inesperada e não poderem contar com o SNS, assim como em outros ramos. As empresas aproveitaram este período para analisar e reforçar as coberturas das suas apólices e fazer novos contratos, para novas realidades.

Os seguros Vida e Não Vida são mutáveis, sobretudo tendo em mente as alterações e tendências da sociedade e das novas gerações, Como vê o trabalho efetuado pelas seguradoras, no desenvolvimento de soluções cada vez mais adaptadas a cada caso?

Acho que existe um grande caminho a percorrer, muitos parceiros continuam a apostar em soluções demasiado standard, se bem que alguns já começam a pensar diferente e a lançar algumas inovações e produtos diferenciadores. Na Gese, sempre fomos “obcecados” por soluções diferenciadoras, faz parte do nosso ADN. O digital vai ser uma parte muito importante do futuro, no entanto, acho que cada vez mais os nossos clientes valorizam um termo que usamos internamente – “analogicamente digitais”. Sempre focados nas novas soluções, mas sem nunca perder o “olhos nos olhos” que nos caracteriza.

Existem cada vez mais seguros adaptados a casos e situações particulares, como o seguro para carros clássicos?

Sim, é um nicho de mercado, que cada vez tem mais procura. Os seguros de danos próprios para clássicos, as apólices Multirriscos All Risks, Obras de Arte, Responsabilidade Civil Profissional, entre outros.

A digitalização do comércio e serviços começa a ser cada vez mais notória. Esta tendência também atingirá o setor segurador, na sua opinião?

Tem forçosamente que atingir. O digital já entrou na nossa vida e veio para ficar. Aproveitámos este período pandémico para desenvolver o nosso novo site e lançar o novo portal de clientes. A Lluni tem sido um parceiro estratégico nesta evolução digital.

Quais os desafios que identifica e antecipa para o setor segurador, nos próximos tempos?

A digitalização de que falámos anteriormente é um desafio. Com esta pandemia muitas alterações foram antecipadas, as seguradoras que se conseguirem adaptar à nova realidade vão com certeza gerar resultados muito mais rapidamente. A mediação é parte integrante desta mudança de paradigma, temos que nos adaptar e evoluir. A inovação vai ter que passar a constar do vocabulário diário da mediação e das companhias de seguros. “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas sim o que melhor se adapta às mudanças”. Penso que esta frase de Darwin faz todo o sentido nesta fase.

Quais os planos futuros da Gese? Existe possibilidade de crescer?

Temos muitos planos para o futuro e o crescimento faz parte deles. É mesmo um objetivo. As aquisições e fusões são um nosso propósito, contamos duplicar a nossa carteira nos próximos três anos, através de aquisições e alicerçados num sólido crescimento orgânico. Os anos de 2020 e 2021 foram anos excelentes em crescimento. Só temos de fazer ainda mais e melhor que os resultados aparecem. O que fazemos é tentar estar sempre à altura dos desafios e exigências dos nossos clientes. Queremos cada vez mais dar-lhes uma experiência mais abrangente, com uma oferta eficaz e focada nas necessidades de cada um. Desta forma conseguimos relações duradouras com os nossos clientes. Era imperativo sairmos do modelo clássico de negócio e já o fizemos – baseando o nosso trabalho em informação mais abrangente, completa e acessível, conseguimos melhorar a experiência do cliente.

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