Uma semana. É o tempo que falta para a Quidgest mostrar a decisores públicos e empresariais, responsáveis pela transformação digital, especialistas académicos e jornalistas como os agentes de IA da tecnológica portuguesa já saíram dos testes e estão prontos a entrar na operação real das organizações desde o primeiro dia.
A 13 de maio, das 14h30 às 17h30, no Auditório da Quidgest (Rua Viriato, 7, Lisboa), e em simultâneo via Teams (para quem preferir assistir à distância), a empresa portuguesa vai apresentar agentes de inteligência artificial prontos a integrar sistemas de gestão reais de Recursos Humanos, Finanças, Saúde, Banca, Gestão da Informação, Património e Estratégia, entre outras áreas centrais a qualquer organização.
Do laboratório à fábrica, sem surpresas
O que distingue este evento do habitual circuito de conferências sobre IA é precisamente o que não vai acontecer: não haverá pilotos isolados sem integração nos processos organizacionais.
Porque o desafio que a indústria enfrenta não é falta de experimentação; é a incapacidade de passar da prova de conceito à produção real e em escala. João Paulo Carvalho, Cofundador e Senior Partner da Quidgest, é direto na distinção: “Uma coisa é fazer um protótipo e, para isso, usam-se laboratórios. E em laboratório, em investigação, há surpresas. Em produção, usam-se fábricas e aqui já não pode haver surpresas. Hoje, o desafio deixou de ser testar ou experimentar agentes de IA. O desafio está em fazê-los funcionar em produção; com consistência, responsabilidade e integração real nos sistemas existentes. E garantir que vão continuar a funcionar e a ser melhorados, no futuro.”

A industrialização da produção de agentes de IA para sistemas reais usa a plataforma Genio da Quidgest, que combina modelos de linguagem com regras de negócio explícitas de cada organização. O resultado são agentes que tomam decisões, desencadeiam fluxos de trabalho e produzem resultados úteis, dentro dos limites definidos pela organização e pela regulação da IA.
“Os LLM atuais dominam línguas, conhecem o mundo e sintetizam informação de forma eficaz. Mas as empresas e entidades públicas precisam de mais do que isto: exigem consistência, previsibilidade e auditabilidade dentro das suas operações. E é este salto que é preciso dar também no domínio dos agentes de IA e que implica mais do que capacidade técnica. Exige governação, definição clara de regras de negócio, integração com sistemas existentes e mecanismos de auditoria que permitam compreender e justificar as decisões automatizadas”, sublinha João Paulo Carvalho.
Programa

Inscrição
A participação presencial está sujeita à capacidade do auditório.
A participação no evento é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia aqui.










