No Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, o Grupo TrueClinic alerta para a necessidade de as empresas olharem para a saúde dos colaboradores de forma mais integrada, preventiva e próxima do dia a dia das equipas. Num ano em que a ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho) assume como prioridade “garantir ambientes de trabalho saudáveis e bem-estar psicossocial”, a TrueClinic defende que a saúde no trabalho já deixou de ser apenas um tema de compliance ou medicina do trabalho para passar a ser uma prioridade de gestão, com impacto direto na produtividade, retenção e sustentabilidade das organizações.
Miguel Gouveia de Brito, CEO do Grupo TrueClinic, refere que “Durante muitos anos, a saúde no trabalho foi vista sobretudo numa lógica de resposta ou obrigação legal. Hoje, essa visão é claramente insuficiente. As empresas que querem atrair, reter e proteger talento precisam de encarar a saúde dos seus colaboradores como uma dimensão estratégica da gestão”.

Através da PreviSaúde, empresa do Grupo dedicada ao bem-estar laboral e à medicina do trabalho, a TrueClinic acompanha de perto os desafios que hoje afetam as organizações, desde fadiga acumulada e absentismo intermitente até desconforto músculo-esquelético, desgaste emocional e presentismo – situações em que o trabalhador está presente, mas sem as condições físicas ou psicológicas para desempenhar plenamente a sua função. Esta realidade torna mais evidente a necessidade de uma abordagem contínua, preventiva e multidisciplinar.
Neste contexto, o Grupo TrueClinic deixa três recomendações às empresas:
- Passar de uma lógica reativa para uma lógica preventiva Mais do que responder a situações já instaladas, as empresas devem criar rotinas de acompanhamento que permitam identificar precocemente sinais de desgaste físico e emocional.
- Integrar saúde física, bem-estar emocional e contexto de trabalho A saúde dos colaboradores não pode ser vista de forma fragmentada. Carga de trabalho, ergonomia, organização das equipas, pausas, literacia em saúde e acesso a acompanhamento são fatores que se influenciam mutuamente.
- Simplificar o acesso e a experiência de saúde dos colaboradores Quanto mais simples for o acesso a informação, acompanhamento e soluções de saúde, maior é a probabilidade de prevenção, adesão e utilização atempada dos recursos disponíveis.
“Cuidar da saúde das pessoas não é apenas uma medida de proteção. É também uma forma de melhorar a qualidade do trabalho, reduzir fricções no dia a dia e criar equipas mais resilientes e sustentáveis. O bem-estar deixou de ser periférico: é hoje um tema de gestão”, acrescenta Miguel Gouveia de Brito.










