Felicidade: a métrica do futuro

A Happiness Business School dedica-se a promover a Felicidade nos locais de trabalho, uma vez que um colaborador feliz está mais motivado, é mais produtivo e está propenso a ficar mais tempo na empresa, como explica Madalena Carey, a diretora da escola.

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Madalena Carey, diretora

Como descreveriam a filosofia da Happiness Business School e quais os objetivos que se propõem atingir com a sua criação?

A Felicidade é a métrica do futuro. Temos acesso a um leque grande de estudos que nos confirmam que um ser humano feliz demonstra uma melhor performance. A nossa filosofia é a de trazer felicidade para o local de trabalho para trazer mais felicidade à vida de todos os dias. A nossa proposta é alavancar culturas de trabalho positivas que gerem compromisso e resultados.

Quais os cursos que são ministrados e a quem se destinam?

Temos as certificações Chief Happiness Officer e Happiness Manager. A primeira destina-se a profissionais de RH ou consultores que queiram construir uma carreira na área. Aqui abordamos a temática numa perspetiva macro, onde cada participante usa a sua empresa ou cliente como business case para a construção de um plano de felicidade corporativa. A segunda destina-se a coordenadores de equipa que queiram tornar-se agentes de mudança positiva. Aqui abordamos o tema numa perspetiva micro, onde cada participante faz o mapeamento da felicidade das suas equipas diretas. O CHO é o estratega, o Happiness Manager é o executante.

Que programas desenvolvem, no segmento corporate, e quais os objetivos principais que pretendem atingir?

Programa de Liderança Positiva, Happiness Management, Design Thinking for Happiness e Workshops vários. Fazemos também consultoria em projetos para a felicidade, medindo a mesma. O nosso fator distintivo é a abordagem, que é executiva e prática. Todos os participantes saem das nossas formações com um plano de ação pronto a implementar. Trabalhamos também a autorresponsabilidade dos colaboradores na temática – só assim conseguimos uma mudança eficaz.

O mundo empresarial nacional já dá importância à “felicidade no trabalho”, ou este ainda é um conceito em implementação?

Portugal está bastante avançado no que toca à relevância que dá ao tema. No entanto, existe ainda uma discrepância grande entre a importância atribuída e o real investimento na sua implementação.

Como mediria a importância da felicidade no local de trabalho para o desenvolvimento positivo de uma empresa/instituição?

Pesquisas revelam que trabalhadores felizes são mais produtivos, geram mais vendas, faltam menos ao trabalho, têm menos acidentes de trabalho, cometem menos erros, sendo mais eficazes. A felicidade no trabalho é o motor para o desenvolvimento positivo de uma organização.

Com a pandemia e a mudança de vários aspetos ligados à gestão das empresas, que análise faz do “novo mundo empresarial” que poderá surgir? A Felicidade será um ponto central?

Definitivamente. Ansiedade, stress e burnout são as ‘doenças’ do século XXI. O isolamento social veio acentuar esta realidade, mas veio também abrir espaço para uma profunda discussão daquilo que é um dos valores mais importantes – e fator de retenção de talento – das novas gerações: saúde mental positiva.

www.happinessbusinessschool.com

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