“Gostamos de ser parceiros dos nossos clientes”

O Grupo DNA tem quatro anos de presença no mercado e desenvolve a sua atividade, essencialmente, em quatro áreas – Contabilidade, Assessoria Fiscal, Recursos Humanos e Contratação de Seguros. Dulce Narciso, a CEO do Grupo, reconhece que o período pandémico foi o pior período vivido pelos profissionais da Contabilidade, mas recorda o posicionamento da empresa, sempre disponível para ajudar os clientes.

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Dulce Narciso, CEO

Há quanto tempo existe o Grupo DNA ? Como caracteriza o Grupo DNA, considerando sobretudo as diferenças que o destacam dos restantes players do setor?

O Grupo DNA nasceu em 2017 mas contamos com profissionais com mais de 14 anos de experiência profissional. Ainda somos uma pequena empresa e isso dá-nos uma proximidade ao cliente que os grandes grupos não conseguem oferecer. Os nossos clientes conhecem as pessoas que diariamente estão ao seu lado, para os ajudar nas dificuldades que surgem, e nós conhecemos os seus negócios como se fizéssemos parte deles. É particularmente importante para aqueles clientes que começam do zero, sem experiência de como gerir uma empresa e sem conhecer as obrigações do dia a dia.

Quais os principais serviços que efetuam, sobretudo relacionados com Contabilidade e Consultoria?

Além da Contabilidade, disponibilizamos o serviço de Assessoria Fiscal, Recursos Humanos e Contratação de Seguros. Contamos com uma equipa de parceiros com quem já trabalhamos há bastante tempo e que dá apoio aos nossos clientes na abertura de conta bancária, serviços jurídicos e notariado, escolha do melhor programa de faturação certificado e, recentemente, criámos uma equipa dedicada às candidaturas de fundos europeus.

Que análise faz do período pandémico e de confinamento, onde os contabilistas estiveram na linha da frente da ajuda às empresas e aos empresários?

O período pandémico foi a pior fase da vida de um contabilista. Os clientes ligavam, desesperados, mas nós não tínhamos a mínima noção de como tudo isto se ia desenrolar, pois era uma situação totalmente nova para todos. Felizmente, a nossa Ordem dos Contabilistas Certificados foi incansável, representada pela Dra. Paula Franco. Foi-nos dada a informação dos caminhos a seguir, iniciaram um leque de “reuniões livres”, onde foram expostas as opções que iam surgindo, para ajudar os empresários. Para os contabilistas foi uma fase muito dura, juntando o processo dos encerramentos do ano anterior com as prioridades que surgiram neste ano. Foi uma fase muito frustrante, muito exigente, com muito trabalho extra e muitos fins de semana a trabalhar, que nem sempre foram reconhecidos pelos clientes, e quando os apoios falhavam, éramos nós que dávamos a cara.

A digitalização dos procedimentos contabilísticos pretende, em alguns casos, ajudar a simplificar o trabalho do contabilista. Isso é, de facto, verdade?

A digitalização dos procedimentos contabilísticos está a ser um desafio. Com a digitalização da documentação, eu consigo ter clientes em qualquer parte do mundo, sem ter que depender de transportadoras ou deslocação dos clientes. O cliente carrega os dados a qualquer hora, ficam disponíveis diretamente nos nossos computadores e nós conseguimos aceder aos mesmos em qualquer parte do mundo. Arrancámos em força com esta solução em janeiro de 2021, mas optámos por não a implementar em todos os clientes. É preciso perceber as limitações de cada empresa, mas na grande maioria dos que aceitaram, está a correr bem.

Como lhe parece que a economia nacional está realmente a reagir?

Após o primeiro confinamento de 2020, muitas empresas foram à luta e, até dezembro, vimos uma evolução positiva, que não se vislumbrava em abril/maio. Houve até clientes a apostarem em abrir novos espaços e surgiram imensas novas empresas na segunda metade do ano. Mas quando todos pensávamos que a “dor de cabeça” do confinamento tinha terminado, o mês de janeiro mostrou-nos o contrário. Houve clientes a perderem grandes investimentos que estavam a ser feitos. Portugal vive muito do turismo e dos investidores estrangeiros e as restrições que o mundo atravessa acabam por nos afetar diretamente. Por tudo isto, não vejo a economia a crescer, os empresários estão reticentes.

Quais os objetivos delineados para o futuro do Grupo DNA?

Queremos continuar a prestar um serviço de valor acrescentado aos nossos clientes, mantendo a proximidade a que já os habituámos, e mostrar que a nossa prioridade é ajudá-los no que for necessário. Estamos a tentar incentivar os empresários, que têm o hábito de pensar nos resultados apenas no final do ano, a fazê-lo mais a curto prazo. Estamos a trabalhar na criação de métodos simples de comunicação de resultados mensais ou trimestrais, para que consigam entender a nossa “linguagem” e tirar partido daquilo que são as nossas tarefas. Ao mesmo tempo, estamos a arrancar com uma empresa de organização de eventos corporativos, formação em áreas mais “fora da caixa”, team buildings e viagens de incentivo. Uma boa gestão do capital humano é um fator determinante no sucesso de uma empresa e uma vantagem competitiva no mercado. Vamos ajudar as empresas a ir ao encontro das tendências mundiais da gestão de pessoas e a transformar o seu capital humano num dos fatores diferenciadores no mercado”.

www.grupodna.pt

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