Que balanço faz da vossa evolução, enquanto empresa, no sentido da melhoria contínua e da capacidade de melhor servir os clientes?
A ProjetoMAIOR nasceu apenas há quatro anos, mas os fundadores trouxeram a sua experiência, a sua carteira de clientes e ainda as parcerias com as quais já trabalhavam. Apesar de estes quatro anos de empresa parecerem recentes (dois deles em pandemia), devemos juntar toda a nossa experiência anterior, o confinamento e muito teletrabalho, o que, nesta área, é um grande desafio. Contudo, conseguimos ter resultados anuais que registam a evolução e dois prémios consecutivos, a nível nacional, de Top Scoring PME 5%.
Quais as áreas em que desenvolvem atividade e que, atualmente, são mais relevantes no dia a dia da empresa?
A empresa tem duas áreas fundamentais que podem funcionar em interligação ou de forma autónoma: a Área de Projeto, que abarca os estudos prévios, projetos de Arquitetura, projetos de Engenharia Civil e Eletrotécnica, levantamentos métricos/topográficos e toda a documentação acessória de outras entidades. A outra área é a área de construção que se destina à execução em obra de projetos de construções novas, ampliações, recuperações de edifícios degradados, reabilitação urbana, projetos em solo rústico, barragens/charcas. Para além de termos a nossa própria equipa de trabalhadores, trabalhamos também com outros parceiros na prestação de serviços na área da consultoria e fiscalização de obras, assim como no apoio à gestão financeira e de materiais/equipamentos em obra. Colaboramos também com uma agência imobiliária no sentido de associar os nossos serviços à venda de imóveis e facilitar a sua recuperação ou remodelação por parte de investidores.

No que respeita à área de consultoria, fiscalização e gestão de obra, como se destacou este serviço no que respeita à importância que tem no desenrolar dos trabalhos de construção/reabilitação de obras?
Tem vindo a ser notória a necessidade crescente de documentação que deve acompanhar uma obra no seu início, decurso e final, assim como o rigor que é necessário na execução dos trabalhos, pelo que a presença de técnicos qualificados em obra é cada vez mais uma necessidade indispensável e muito solicitada.
Que exemplos gostaria de destacar, do vosso portfolio de trabalhos desenvolvidos?
Os trabalhos são essencialmente de promotores privados, quer ao nível urbano da habitação e área de comércio/serviços, quer ao nível rural. Também desenvolvemos muitos trabalhos de apoio agrícola em propriedades rurais de todo o Alentejo, não só na parte urbana (em construções, reabilitações, ampliações, legalizações…), como também nos sistemas de rega, através de Projetos e Obras de pequenas barragens e/ou charcas para regas ou apoio a gado.
Quão importante foi a distinção com o Top Scoring PME 5%, para vós?
Para qualquer distinção é necessário muito trabalho e esforço continuado, contudo quando pensamos numa PME sediada no Alentejo interior, esse esforço é ainda maior, pois a questão geográfica influencia muito o nosso dia a dia. Para nós, e para quem connosco tem colaborado e ajudado na obtenção desta segunda distinção a nível nacional de Top Scoring PME 5%, é um reconhecimento deste trabalho diário e da procura de opções para levar a bom porto os nossos projetos e objetivos.
Considerando a perspetiva económica que se espera para o novo ano, como lhe parece que as áreas da Arquitetura e Engenharia se irão comportar?
O setor da construção e do imobiliário agiliza cerca de um terço da economia nacional, seja de forma direta ou indireta, pelo que é uma área que é representativa da dinâmica da economia nacional. Estamos cientes que, embora 2023 não vá ser fácil, pensamos que as áreas do setor privado residencial, comercial e rural continuarão a ter as suas necessidades, quer seja em construção nova, quer na reabilitação urbana em centros históricos.











