“Ser SAVAGE é um estado de alma”

A SAVAGE Agency demarca-se da concorrência pela forma como faz comunicação. Essencialmente, nas palavras da CEO e diretora criativa Cláudia Moura, é uma comunicação verdadeira, baseada em histórias honestas e consistentes, o que permite criar uma ligação emocional com o público, assente na confiança e integridade.

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A SAVAGE Agency define-se como uma agência que cria “um legado de comunicação”. Como me caracterizaria, particularmente, esta ideia?

É a capacidade de criar uma comunicação integrada impactante e diferenciadora para as
nossas marcas, com a capacidade de visão 360, o que nos faz destacar da nossa concorrência. Criamos histórias consistentes, honestas e capazes de envolver o consumidor
emocionalmente com as marcas. Temos como propósito criar uma relação assente na confiança e na integridade. Os interesses e objetivos dos clientes são a nossa prioridade.

O que vos diferencia dos vossos concorrentes diretos?

Sermos SAVAGE. Ser SAVAGE é um estado de alma. É saber que trabalhamos todos na mesma filosofia e propósito. É sermos uma extensão das equipas internas das marcas. É ter sentido crítico e criativo perante os desafios e solicitações dos nossos clientes, e, sobretudo, sermos nós quem desafia as marcas a comunicar melhor e assertivamente.

Como lhe parece que a pandemia impactou as empresas nacionais? A evolução, no que respeita à transição digital, revelou-se mais rápida e efetiva?

Nestes 48 meses assistimos a uma aceleração da comunicação digital que demoraria mais de cinco anos para alcançar. Perante o desconhecimento e a imprevisibilidade desta pandemia, o resistente e tradicional empresário português viu-se obrigado a arranjar novas respostas e a capacidade de resposta das agências de comunicação foi incrivelmente eficaz. O e-commerce ganhou expressão e foi o protagonista para todos os que desejavam alavancar as vendas. Este período levou as equipas a reestruturarem-se, adaptarem e evoluírem no seu modus operandi. Foi também notório como muitas das empresas ainda não estavam em processo de transformação digital. O que era, até então uma opção, passou a ser uma obrigação. As marcas, na sua maioria, foram reativas no processo de adaptação.

O e-commerce foi uma área que cresceu exponencialmente. Os hábitos de consumo foram alterados com esta nova forma de fazer compras?

A sociedade viu-se obrigada a ajustar-se ao contexto vivido, isso fez que o número de
compradores, o volume e a frequência de compra aumentassem. No entanto, ainda estamos aquém da média europeia, que é 72% (volume de compras). Em Portugal, o e-commerce atinge os 60%, sobretudo a área de desporto, refeições entregues em casa, produtos alimentares e bebidas. O e-buyer português faz uma média de três a cinco compras mensais, sendo o ticket médio por compra 54 euros, encontra-se nas faixas etárias entre os 25 e 54 anos (80,5%) e habita nas principais áreas metropolitanas, sendo equilibrado no que diz respeito ao género.

Cada vez mais, as empresas necessitam que a sua marca e influência digital cheguem o mais longe possível. Como pode a SAVAGE Agency ajudar neste processo?

Na SAVAGE Agency temos três palavras mestras: propósito, planeamento e estratégia. As marcas perceberam que têm que estar ao lado do consumidor, ouvir as suas preocupações e
sugestões. Comunicar para o nosso target está cada vez mais desafiante. A criação de elos de
confiança com o nosso público é constante. Neste sentido, um planeamento estratégico a
curto/médio prazo em paralelo com a construção de um storytelling consistente conquistarão
atenção, confiança e levarão à ação o e-buyer.

Quais os desafios, em particular, que o mundo digital reserva para as empresas, atualmente?

Numa era digital de aceleração frenética, quem é mais perspicaz e com capacidade de adaptação à mudança, sobrevive. Além da capacidade de adaptação, é imprescindível a curiosidade, a vontade de aprender e evoluir. Para isso, é necessário as empresas terem ao seu lado profissionais perspicazes, audazes, curiosos e ambiciosos. As marcas são feitas por pessoas. Este lado humano e sensitivo tem de estar presente em todas as fases do processo digital. Quem está no digital tem que acrescentar valor a quem consome. Se a marca acrescenta valor, cria elos emocionais com o consumidor e passa a ser vista, considerada e recomendada.

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