Serviço centrado no cliente

Rui Alves e Vitorino Cunha são diretores da 100 Riscos, uma agência de mediação de seguros com mais de 10 anos de atuação no mercado. Com a pandemia, os seguros de saúde viram a procura disparar. Ambos alertam para a especificidade dos mesmos e a necessidade de se estar bem informado no momento do contrato.

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Rui Alves e Vitorino Cunha, sócios

A 100 Riscos conta com mais de 10 anos de presença no mercado segurador. Que mudanças merecem ser destacadas?

A 100 Riscos, enquanto empresa, existe há 12 anos, mas conta com mais de 30 anos de experiência nesta atividade e já passou por diversas alterações. De referir que os 10 últimos anos foram, sem dúvida, os mais desafiantes. A crise de 2011 levou-nos a procurar soluções mais adequadas e mais ajustadas aos nossos clientes que, nesta nova crise económica, causada pela situação pandémica, nos têm permitido apresentar ao cliente respostas que vão de encontro às necessidades específicas de cada um. O RGPD, a obrigatoriedade de formação contínua e a implementação da vertente digital são alguns fatores que nos obrigaram a uma mudança e adaptação à nova realidade.

Como definem a vossa relação com os clientes e o vosso posicionamento no mercado?

Apesar de transitarmos para a Era digital, continuamos com a filosofia de sempre: “o foco é o cliente”. Esse é um desafio constante e, embora vivamos uma fase difícil, tentamos sempre transmitir segurança, confiança e relação de proximidade. Nunca fechámos a nossa porta.

Que tipo de clientes existem atualmente?

Podemos identificar dois tipos de clientes: os que analisam o seguro de uma forma mais pragmática e os que procuram o agente. Apesar das diferentes abordagens aquando da procura de um seguro, os nossos clientes demonstram que o agente continua a ser sempre essencial no acompanhamento e na concretização dos contratos. Os primeiros limitam-se ao contacto estritamente necessário, recorrendo apenas a meios de comunicação remotos (internet, email, telefone), no entanto não abdicam do apoio do agente em todas as vertentes mesmo sendo feito à distância. Os segundos procuram o apoio comercial e consultivo recorrendo ao contacto presencial porque necessitam da presença física do agente na tomada de decisões e na resolução de problemas.

Os seguros de doença aumentaram significativamente (cerca de um terço dos seguros pedidos atualmente). A 100 Riscos sentiu esta mudança? Que soluções disponibiliza?

A 100 Riscos trabalha com as principais seguradoras existentes em Portugal, sendo a oferta muito vasta. Nos últimos anos, é notória uma maior preocupação com a saúde e a pandemia acelerou a procura destes seguros, que são muito específicos quando comparados com os outros. É fundamental perceber quais as necessidades do cliente, de forma a encontrar as melhores soluções. Perante a especificidade deste tipo de seguro, empenhamo-nos em esclarecer direta e detalhadamente todos os pormenores do risco e a abrangência daquele.

Como considera que o setor deverá evoluir para responder às novas necessidades dos clientes privados e empresariais?

A nossa empresa dedica-se diariamente a construir relações sólidas com os diversos parceiros, de modo a proporcionar ao cliente a melhor oferta para que sinta que escolher a 100 Riscos é a decisão mais acertada naquele momento e que lhe dará garantia no futuro.

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