De que forma tem a BTOCNET de Paços de Ferreira, Gerês e Arca d’água se posicionado como parceiro de crescimento das empresas e quais são os pilares dessa confiança?
Mais do que fazer a contabilidade, ajudamos o empresário a ler os números e a decidir com eles — foi assim que nos tornamos parceiros de negócio e não apenas fornecedores de serviços. Independentemente de os clientes estarem ao virar da esquina ou noutro país, encaramos cada projeto com o mesmo compromisso e dedicação, como se fosse nosso.
A confiança que construímos ao longo dos anos assenta em três pilares fundamentais: proximidade, rigor e transparência. É a partir destes valores que desenvolvemos relações duradouras e de confiança com cada cliente.
Que decisões ou momentos foram determinantes para elevar a qualidade do serviço e consolidar a reputação da empresa?
O momento mais determinante do nosso percurso foi assumir que não bastava fazer contabilidade — era necessário fazê-la com método, organização e visão estratégica, à semelhança de uma verdadeira empresa de serviços. A partir daí, definimos processos mais eficientes, investimos em tecnologia e, sobretudo, nas pessoas: é a equipa que faz realmente a diferença no acompanhamento e na proximidade com cada cliente. Conseguimos crescer sem abdicar da qualidade do serviço prestado. A reputação que conquistámos não surgiu por acaso nem se compra, constrói-se cliente a cliente.
“O momento mais determinante do nosso percurso foi assumir que não bastava fazer contabilidade — era necessário fazê-la com método, organização e visão estratégica, à semelhança de uma verdadeira empresa de serviços”
Como é que se transforma a complexidade fiscal em oportunidade e de que forma a consultoria complementa a contabilidade?
A complexidade fiscal assusta o empresário — e é aí que está a oportunidade: transformá-la em decisões. Mais do que entregar declarações, antecipamos impactos e explicamo-los ao cliente. A contabilidade regista o passado, enquanto a consultoria ajuda a preparar o futuro. Por isso, reunimos parceiros em diferentes áreas, desde os seguros à gestão empresarial, para oferecer soluções integradas e mais completas.
Que competências humanas continuarão a distinguir os profissionais do setor e como prepara as equipas para a próxima década?
A automação trata da rotina; distingue-se quem executa o que a máquina não faz — ouvir, interpretar o contexto de cada empresa e aconselhar. Continuarão também a contar o pensamento crítico, a relação e a confiança. É por isso que utilizamos a tecnologia para libertar tempo e investimos em formação, porque queremos consultores, não apenas processadores de dados.
Que objetivos estratégicos tem para o futuro e que legado pretende deixar no setor?
Entre os principais objetivos estratégicos estão o crescimento sustentado da organização, a consolidação da nossa presença nas três regiões e a elevação contínua da qualidade dos serviços prestados, combinando o melhor das pespessoas com o potencial da tecnologia. Ambiciono ser reconhecido como referência de uma contabilidade que é, acima de tudo, parceira de gestão. Além disso, quero mudar a imagem da profissão: do contabilista visto como custo para o parceiro que faz a empresa crescer.











