“S&P – Luxury Real Estate, a marca criada a pensar em si”

A S&P Luxury Real Estate é uma agência imobiliária que prima pelo seu serviço dedicado ao cliente. De acordo com Gustavo Soares, cofundador deste projeto, o objetivo é servir o cliente de uma forma absoluta, de maneira que este não tenha de se preocupar com nada, no que respeita à sua transação ou gestão do imóvel. Apostada em estar na vanguarda, sempre, a S&P Luxury Real Estate estabeleceu um protocolo para transacionar imóveis em criptomoedas e está a fixar equipas, um pouco por todo o país, para garantir um atendimento de âmbito nacional.

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A S&P Luxury Real Estate nasce de uma vontade de trazer ao cliente um serviço de qualidade, dedicado a ele e ao desígnio de procura de casa. Que características destacaria na vossa forma de trabalhar?

A S&P é, de facto, uma marca criada a pensar no cliente final. Dediquei-me a esta área do imobiliário porque percebi que o mercado necessitava disto, de uma agência que trabalhasse para o cliente. Alguns produtos devem ser vendidos de pessoas para pessoas, e este mais do que nunca, dado o investimento em causa e a importância do mesmo para uma família. Dedicamo-nos aos nossos clientes e, hoje, eu a minha sócia, Sara Prata, trabalhamos grande parte com base em referências. Trabalhamos muito com clientes investidores e particulares. No caso dos estrangeiros, temos alguns que nunca vieram a Portugal. Nós fazemos a remodelação, voltamos a pôr no mercado, para revender ou arrendar e ainda fazemos uma gestão do arrendamento. Fazemos um estudo total do mercado e por isso, cada vez mais os clientes gostam de trabalhar connosco.

Gustavo Soares e Sara Prata, sócios e cofundadores

Enquanto profissional com bastante experiência no ramo imobiliário, como avalia o momento que o mercado atravessa, atualmente?

Há muitas pessoas a dizerem que os preços vão baixar tendo em conta as novas regras do crédito habitação e as novas taxas de juro, mas o que nós aprendemos desde sempre é que tem a ver com a lei da oferta e da procura: enquanto houver procura, e a oferta não conseguir colmatar essa necessidade, os preços continuarão a subir. Poderemos mesmo
entrar numa situação de especulação de preços. A cidade de Lisboa só pode crescer em altura, e mesmo esses imóveis serão mais pequenos. Todavia, serão de luxo e terão estacionamento, algo tão difícil de conseguir em Lisboa. A população de classe média-baixa acaba por procurar a periferia da cidade, o que não tem de ser mau, pois permitirá um desenvolvimento dessas regiões, no que respeita a melhores construções, imóveis de luxo e
uma modernização dos espaços urbanos.

Qual a sua opinião sobre a necessidade de criar novamente uma legislação que obrigue a uma formação mínima, para que depois os novos consultores possam – aí sim – ter acesso ao mercado imobiliário e ao contacto com clientes?

Relativamente à formação, creio que tem de existir o mais rapidamente possível. E tem vantagens a todos os níveis. Primeiro, assegura que os consultores imobiliários conseguem exercer a profissão dentro dos parâmetros que a profissão exige. Esta legislação e a obrigatoriedade da formação farão com que a profissão tenha mais credibilidade junto dos clientes finais. No entanto, se o mercado português fosse como o norte-americano ou o francês, em que um proprietário ou um cliente comprador só pudesse transacionar um
imóvel através de uma agência imobiliária, isso dar-nos-ia maior segurança. Tínhamos a garantia de que podíamos investir tempo a encontrar um imóvel que se adaptasse às exigências de um cliente, sem medo de que o mesmo acabasse por ir fazer a transação com outra agência imobiliária.

Como se posiciona a S&P Luxury Real Estate relativamente ao futuro e ao mercado que trabalha, de forma particular?

Abrimos escritórios no Porto e no Funchal e estamos em fase de negociação para outros em
Óbidos, no Algarve e no Alentejo. Além disso, acredito muito no marketing digital, por isso
trabalhamos com uma agência de marketing que nos ajuda com o marketing pessoal e da agência e fazemos questão de estar um passo mais à frente. Como exemplo, destaco o facto de termos fechado uma parceria com a Rhamos Properties, empresa que detém o único portal imobiliário português que só faz transações em criptomoedas. Trabalha, inclusivamente, com a criptomoeda portuguesa RHP, que é uma stable coin e, por sofrer menos de oscilações no seu valor, está ligada à venda de imóveis. Se o futuro nos direciona para um mercado mais digital, a S&P acompanha a tendência e queremos ser os primeiros a lá chegar.

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