TEIMA: um futuro de sucesso na comunicação

Em cinco anos, a TEIMA consolidou-se como uma marca de referência em comunicação e marketing. À frentedo projeto, Sofia Costatransformou a incerteza em oportunidade, apostando em persistência, foco e numa liderança centrada no bem-estar da equipa.

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O que a levou a apostar numa marca própria, que reflita a sua identidade e conceito profissional?
A Teima nasceu há cinco anos da minha vontade de criar algo que refletisse a minha identidade e visão profissional. Sempre acreditei que o meu entusiasmo está na criação. O conceito foi evoluindo com o meu percurso, a minha visão e os clientes, que ajudaram a moldar a marca até ao que é hoje.


Como se caracteriza enquanto profissional?
Acredito que esta combinação: persistência, foco e capacidade de adaptação, é o que define o meu trabalho e sustenta a identidade da TEIMA.


Criou a TEIMA em plena pandemia. Como foi lançar um projeto de raiz num período tão adverso para o país?
Construir um projeto de raiz neste contexto foi desafiante, mas também decisivo. A pandemia catapultou o digital para o centro das empresas e isso acabou por ser crucial para o crescimento da TEIMA. O aumento da procura por presença online reforçou a necessidade do tipo de trabalho que eu queria desenvolver, permitindo transformar um momento difícil numa oportunidade e afirmação e criação sólida.

A TEIMA atravessa um ótimo momento com a agenda de 2025 já fechada e a do próximo ano já a aceitar trabalho. Como explica este sucesso?
Acredito que esse sucesso nasce sobretudo do ambiente saudável que cultivamos internamente. O bem-estar dos nossos colaboradores é crucial para garantir uma dinâmica de trabalho produtiva e criativa. Quando a equipa se sente valorizada, motivada e integrada, o reflexo vê-se na qualidade do trabalho e na confiança dos clientes. É essa cultura que sustenta o crescimento da TEIMA.


Acha que a sua liderança foi essencial para conquistar este espaço no mercado, e que aspetos são fundamentais numa liderança?
Uma boa liderança precisa de orientar a equipa com propósito, mas também saber ouvir, tanto o mercado como as pessoas. Acredito ainda na importância de cultivar criatividade e autonomia, permitindo que cada profissional contribua com ideias e
soluções. Por fim, numa área que muda tão rápido, a capacidade de adaptação é essencial para manter relevância e consistência. Criar um negócio próprio pode ser uma boa forma de conquistar autonomia, seja na vida financeira, seja na gestão do nosso tempo. Vivemos num país que nos dá liberdade para isso e cabe-nos aproveitar essa oportunidade. É essencial lembrarmos que o desenvolvimento pessoal acompanha sempre o desenvolvimento profissional; quando estamos bem, o nosso trabalho cresce connosco.