Num mercado cada vez mais competitivo e complexo, a quem deve realmente recorrer quem precisa de crédito hoje: à banca tradicional ou a um intermediário especializado? O que distingue a Oportunidade Favorável nesse processo?
J.Pereira: A banca tradicional oferece os seus próprios produtos, nós oferecemos o mercado inteiro. Recorrer a um intermediário de crédito como a Oportunidade Favorável é ter um ‘advogado’ do cliente junto das instituições financeiras.
O que nos distingue é o acompanhamento 360º: não entregamos apenas uma taxa, entregamos a solução mais sustentável para a vida daquela família em particular. Acompanhamos todo o processo e o mesmo não acaba na escritura, fazemos questão de continuar na vida dos nossos clientes e continuar a acompanhar os mesmos mesmo após a contratação.
“Acompanhamos todo o processo e o mesmo não acaba na escritura, fazemos questão de continuar na vida dos nossos clientes e continuar a acompanhar os mesmos mesmo após a contratação”.
A Oportunidade Favorável integra o grupo DS, mas tem vindo a afirmar-se com identidade própria. Como nasceu a marca e qual tem sido a estratégia para consolidar o seu posi cionamento no mercado?
J.Pereira: A imagem da Oportunidade Favorável nasceu como consequência do aumento do número de lojas dentro do grupo DSI e com a necessidade de criar uma equipa unida em torno de uma imagem, uma marca com métodos muito próprios mas respeitando sempre as nossas origens e ensinamentos.
O Grupo DSI garante nos a solidez e acompanhamento de um gigante, mas é nossa alma favorável o que nos distingue dentro do grupo.
Não estamos aqui apenas para tratar de papéis ou números; estamos aqui para lutar pelos sonhos das famílias como se fossem os nossos. A nossa estratégia nunca foi sobre vender crédito, mas sim sobre cuidar de pessoas. Colocamos paixão em cada negociação porque sabemos que, por trás de cada contrato, está uma vida que merece clareza, respeito e, acima de tudo, uma equipa que veste a camisola até ao fim.
O grupo conta com lojas em Joane, Vila Verde, Vizela, Felgueiras Centro e Olhão. O que motivou esta expansão e que desafios encontrou?
J.Pereira: A expansão foi ditada pela necessidade de estar perto das pessoas. O maior desafio não foi a logística, mas sim encontrar equipas que partilhassem o nosso ADN. Queremos que um cliente em Olhão sinta o mesmo rigor e acolhimento que um cliente em Vila Verde.

Atualmente, quais as principais preocupações dos clientes e de que forma os auxiliam na tomada de decisões informadas?
J.Pereira: A maior dúvida do cliente, hoje em dia, é: ‘Vou conseguir pagar a minha casa daqui a cinco anos?’. Na Oportunidade Favorável ajudamos a tomar decisões informadas comparando cenários (taxa fixa vs. mista) e analisando as condições e ‘letras miúdas’ dos seguros, que muitas vezes é onde se consegue a maior poupança imediata. Analisamos, ainda, o plano de amortizações porque ter uma prestação mais baixa não é, necessariamente, ter a melhor opção. Por vezes, existem diferenças assinaláveis no percentagem anual de amortização de uma entidade bancária para outra.
“Na Oportunidade Favorável ajudamos a tomar decisões informadas comparando cenários (taxa fixa vs. mista) e analisando as condições e ‘letras miúdas’ dos seguros, que muitas vezes é onde se consegue a maior poupança imediata.”
Qual é o perfil de cliente que mais procura os vossos serviços atualmente e que tendências têm observado?
J.Pereira: Vemos dois grandes polos: os jovens que lutam pela primeira habitação, e precisam de orientação sobre garantias e capitais próprios e procedimentos, e as famílias já instaladas que procuram transferir o crédito para baixar a prestação mensal. A tendência atual é a da procura pela estabilidade e segurança.
Enquanto Diretor, qual é a sua visão estratégica para o futuro da Oportunidade Favorável? Pretende continuar a expandir o grupo? Que metas tem definidas a médio prazo?
J.Pereira: A nossa meta não é apenas abrir lojas, é ser a referência de confiança no setor. O nosso foco é crescer onde sentirmos que podemos fazer a diferença, mantendo o equilíbrio entre a tecnologia (rapidez) e o contacto humano (confiança). Além disso, valorizamos e reconhecemos os nossos profissionais, porque eles são o maior ativo da empresa, e queremos que os profissionais que nos acompanham cresçam connosco.
Na Oportunidade Favorável, todos têm a possibilidade de evoluir na carreira, por exemplo, a nossa coordenadora geral começou na empresa como gestora de crédito e hoje assume a liderança de uma equipa com mais de 40 pessoas.

Enquanto Coordenadora, qual é o seu papel no dia a dia das várias lojas do grupo? Como garante a qualidade e uniformidade do serviço prestado em diferentes localizações?
v.ferreira: O meu papel é, essencialmente, garantir que a estrutura funciona sem falhas. Isso consegue-se através da uniformização de processos e de formação contínua, isto é, independentemente da loja, o método de análise e o padrão de atendimento têm de ser de excelência. Faço a ponte entre as equipas, partilhando boas práticas e corrigindo desvios, para que o sucesso de uma loja seja o sucesso de todo o grupo.
Fala-se cada vez mais em liderança no feminino. Como descreve o seu estilo de liderança e que contributo acredita que traz para a cultura organizacional da Oportunidade Favorável?
V.Ferreira: Acredito numa liderança que equilibra o rigor com a empatia. O meu estilo foca-se muito na capacitação e na escuta ativa: uma equipa motivada e que se sente ouvida entrega resultados muito superiores. Na cultura da Oportunidade Favorável, trago um olhar atento ao detalhe e à humanização dos processos. A liderança no feminino traz, muitas vezes, essa capacidade multitarefa e uma sensibilidade maior para gerir as expectativas individuais, transformando-as em objetivos comuns.
No contacto direto com clientes, que preocupações mais sente, sobretudo no que toca à literacia financeira? Considera que ainda há muito desconhecimento sobre as soluções de crédito disponíveis?
V.Ferreira: Sim, infelizmente ainda existe uma grande lacuna de conhecimento em relação à literacia financeira em Portugal. Muitos clientes chegam até nós focados apenas na prestação mensal, sem compreenderem o impacto dos seguros, das taxas fixas versus variáveis ou do custo total do crédito (MTIC). A maior preocupação que sinto é o receio pelo futuro. O meu papel, e o da minha equipa, é “traduzir” o economês para uma linguagem simples, garantindo que o cliente não assina apenas um papel, mas compreende exatamente o compromisso que está a assumir.

Para quem está neste momento a ponderar pedir crédito, qual seria o principal conselho que gostariam de deixar? E por que razão devem considerar recorrer à Oportunidade Favorável antes de tomar uma decisão?
Resposta conjunta: O conselho de ouro é: não se precipite e não se limite ao seu banco de sempre. O mercado é dinâmico e o que era bom ontem pode não ser hoje. Devem recorrer à Oportunidade Favorável porque nós fazemos o ‘trabalho de casa’ por si, ou seja, a recolha de propostas, a análise e a viabilidade do processo. Temos acesso a condições que, individualmente, o cliente dificilmente conseguirá.
Além disso, o nosso serviço é especializado, isento e focado em poupar tempo e dinheiro ao cliente. No fundo, somos o parceiro que garante que a decisão tomada hoje será uma ‘oportunidade favorável’ durante todos os anos do contrato.
Juntos por Marcelo Pinto – Uma Iniciativa do Grupo Oportunidade Favorável
A história de Marcelo Pinto é um verdadeiro exemplo de resiliência e de como a força da comunidade pode fazer a diferença em momentos desafiantes.
Aos 27 anos, viu a sua vida mudar após um acidente de mota que o deixou tetraplégico. O choque inicial, deu lugar a uma luta diária pela recuperação e autonomia. Perante este cenário, o Grupo Oportunidade Favorável deu origem a um iniciativa solidária, reforçando o seu compromisso com a comunidade.
Mais do que a sua atuação no setor financeiro, o grupo assume uma postura ativa na promoção de causas sociais, evidenciando uma cultura de proximidade e responsabilidade. Um dos momentos desta iniciativa foi a caminhada solidária, realizada a 8 de março, nos Passadiços de Vizela.
O evento reuniu dezenas de participantes, unidos pelo propósito de apoiar Marcelo, e permitiu angariar cerca de cinco mil euros. Este montante representa um contributo relevante para fazer face aos tratamentos e cuidados contínuos indispensáveis à sua recuperação. Contudo, esta ação não se esgota num único momento.
A reabilitação de Marcelo é um processo longo, exigente e contínuo, que requer apoio consistente ao longo do tempo. Nesse sentido, a iniciativa mantém-se ativa, apelando à continuidade da solidariedade e ao envolvimento da comunidade.











