A consultoria e intermediação de crédito ao serviço do cliente

A Objetivo Exaustivo dispõe de um acompanhamento personalizado para quem procura crédito. Claúdia Pio, CEO da empresa, acredita que a capacidade de acompanhar, educar e proteger o cliente, transforma a complexidade do crédito numa experiência segura e esclarecida.

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No panorama financeiro, onde o acesso ao crédito continua a ser um desafio para muitas famílias e empresas, a Objetivo Exaustivo tem vindo a afirmar-se como um parceiro de confiança, focado em orientar decisões conscientes e seguras. Fundada em 2024, a empresa nasceu da experiência de Cláudia Pio nos setores imobiliário e financeiro, tanto na vertente processual como comercial. “Percebi que muitos clientes, sejam particulares ou empresas, tomavam decisões erradas devido à falta de acompanhamento adequado e à incompreensão total das implicações das suas escolhas. Foi precisamente esta lacuna no mercado que nos motivou a criar a Objetivo Exaustivo, com o propósito de oferecer orientação eficaz e apoio personalizado”.

Desde então, a empresa consolidou um posicionamento diferenciado no mercado português, destacando-se pela proximidade com o cliente e pela transparência nos processos. “O nosso objetivo é criar uma relação próxima com os clientes. Afinal, é diferente lidar com alguém que nunca nos viu do que estabelecer um contacto direto e pessoal, baseado na transparência e na responsabilidade”, acrescenta.

Serviços adaptados à realidade do cliente
A Objetivo Exaustivo oferece um leque completo de serviços financeiros, como o crédito à habitação, o pessoal, o automóvel, para obras, a consolidação de crédito e as transferências de crédito personalizadas. Além disso, presta apoio financeiro a empresas, com destaque para pequenas e médias empresas.

O processo de acompanhamento é estruturado em cinco etapas: avaliação inicial da situação financeira, comparação de propostas, negociação com mutantes, acompanhamento até à assinatura do contrato e serviço pós-venda. “Antes de avançar para a intermediação
de crédito, reunimo-nos com o cliente para compreender a sua situação financeira real. Se a situação não permite avançar de imediato, oferecemos aconselhamento contínuo até que o objetivo seja alcançado. Em alguns casos, informamos de forma transparente que não é possível prosseguir”, esclarece.

Desta forma, a consultoria financeira e a intermediação de crédito estão integradas, garantindo que o cliente recebe orientação adequada e soluções financeiras compatíveis com a sua realidade.

Entre oportunidades e riscos
Atualmente, o setor do crédito em Portugal regista um crescimento, sobretudo no crédito à habitação e ao consumo. Contudo, a intermediária alerta para a elevada exposição ao risco sistémico e individual. A razão passa pelas taxas de juro ainda elevadas e à recuperação da confiança das pessoas na banca: “O risco não reside tanto no sistema bancário, mas nas decisões tomadas pelos clientes. Um cliente que toma decisões conscientes, informadas e responsáveis evita repetir erros do passado, mitigando o risco individual e sistémico”.

Deste modo, os intermediários de crédito desempenham um papel crucial na proteção do consumidor. “Garantimos transparência, comparamos propostas, explicamos custos, avaliamos a capacidade financeira e alertamos para riscos potenciais, promovendo uma tomada de decisão segura”, sublinha.

De forma a reduzir os conflitos de interesse e melhorar a decisão informada, a responsável defende que “é fundamental implementar a literacia financeira desde o contexto escolar até ao familiar, garantir clareza total das propostas e alinhar expectativas entre clientes e bancos. Muitos clientes olham apenas para o valor da prestação e não compreendem todos os outros elementos da proposta, incluindo o custo total envolvido”.

Acesso ao crédito
As famílias que conseguem aceder mais facilmente ao crédito são aquelas cuja faixa etária se situa entre os 30 e os 45 anos, desde que apresentem rendimentos estáveis e um histórico financeiro positivo. No que diz respeito às empresas, as pequenas e médias empresas são as que mais facilmente obtêm financiamento, desde que estejam bem estruturadas, com contabilidade organizada, e atuem em setores considerados mais resilientes. “O acesso ao crédito não depende só da idade e estabilidade financeira, mas também da maturidade, organização e setor de atuação”.

Enquanto que os jovens, trabalhadores independentes e start-ups enfrentam barreiras relacionadas com documentação, vínculos precários, falta de garantias e avaliação de risco. “Um dos sinais mais preocupantes é o desfasamento entre os salários e o crescimento da inflação imobiliária. Quem pretende comprar um imóvel sozinho, com um salário mínimo, dificilmente consegue aceder a uma habitação dentro das suas possibilidades”.

O futuro do setor
Para o futuro, Claúdia Pio antevê uma indústria em crescimento contínuo, com digitalização crescente e maior regulação, mas reforça que a proximidade e especialização serão sempre determinantes. “Acredito que o setor bancário continuará a crescer de forma consistente, uma vez que a necessidade de habitação é universal e a maioria dos portugueses depende do crédito para a adquirir. Com um acompanhamento responsável e adequado, este crescimento deverá manter-se no futuro”.

Com esta abordagem, a Objetivo Exaustivo pretende intermediar crédito e transformar o acesso a produtos financeiros numa experiência segura, consciente e esclarecida.