O objetivo é proporcionar aos estudantes alojamento de qualidade – com ótimas instalações e vários serviços assegurados – a preços moderados: “O preço é o que nos permite caracterizarmo-nos como uma resposta às famílias portuguesas, no âmbito da economia social, que é o setor de atividade da Associação Mutualista Montepio, casa-mãe desta empresa”, explica Isabel Cidrais Guimarães, administradora executiva das Residências Montepio U Live. Os preços variam entre os 200 euros em Évora, 300 em Braga e 400 euros em Lisboa e Porto. “Duas das residências de Lisboa estão localizadas próximo da Alameda D. Afonso Henriques; as outras duas situam-se junto ao Jardim de Santos, na Avenida 24 de Julho; no Porto temos uma residência junto à Rotunda da Boavista; em Braga, a residência situa-se próximo do Campus de Gualtar; as de Évora são as mais pequenas. Temos uma na Praça do Giraldo e outra, uma moradia, junto às muralhas da cidade”.

Todas as residências estão instaladas em imóveis totalmente remodelados ou novos – de que é exemplo a residência de Braga – e que já estão pensados e organizados para dar resposta às necessidades dos estudantes, com um funcionamento por apartamento: “A maioria dos quartos são individuais, mas temos alguns duplos.
O espaço comunitário é constituído por uma sala, uma cozinha totalmente equipada e casas de banho que são partilhadas por, no máximo, três pessoas”. A limpeza dos espaços comuns é diária e, para que tudo esteja em pleno funcionamento e os alunos se sintam particularmente apoiados, cada residência conta com uma Responsável, que é uma peça-chave para os estudantes e para os pais: “As Responsáveis das residências são um
elemento diferenciador do nosso projeto. Garantem que os apartamentos estão limpos e organizados e que os estudantes estão bem e que se estão a adaptar à nova fase da sua vida. Além disso, o facto de existir um elemento mais velho responsável ajuda-os a ganhar autonomia e responsabilidade”. Em suma, Isabel Cidrais
Guimarães salvaguarda que o objetivo é retirar ao jovem todas as grandes preocupações de gestão de um apartamento, para lhe permitir concentrar-se nos estudos. Por isso, no preço do alojamento já estão incluídas todas as contas de internet, tv, água, luz e outras, bem como a limpeza das zonas comuns.

A grande procura por estas residências faz com que a seleção acabe por ser feita com base em parâmetros de perfil do jovem: “A maioria dos estudantes que vivem nas residências são muito bons alunos. São pessoas regradas, organizadas e que gostam de um espaço tranquilo e propício ao estudo. Para além do mérito escolar, avaliamos também a sua estabilidade emocional e o seu bem-estar”. As características comuns acabam por unir os jovens numa comunidade onde a partilha do dia a dia forja amizades que ficam para lá da faculdade: “O período de permanência nas residências varia entre três a cinco anos – o tempo de uma Licenciatura ou de Mestrado Integrado – o que lhes permite conhecerem-se melhor e tornarem-se amigos para a vida. Vivem um
espírito verdadeiramente comunitário, no fundo, um exemplo vivo do conceito mutualista onde estas residências assentam”.










