A excelência na mediação de seguros

A Luís Filipe Pinto – Mediação de Seguros atua no setor da mediação de seguros e conta com várias seguradoras como parceiras, representando as suas soluções de seguros. No mercado há sete anos, o gerente e consultor comercial, Luís Filipe Pinto, reconhece uma evolução no crescimento da empresa e assinala o período pandémico como uma fase positiva da empresa.

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Como definiria a relação da empresa com os seus clientes e a forma como se posiciona no mercado?

A Luís Filipe Pinto Mediação de Seguros atua no mercado da mediação de seguros desde 2014. Neste momento, empregamos quatro pessoas, uma equipa muito jovem: Ricardo Pacheco – o funcionário mais antigo, Marco Ferreira e Ana Silva, com uma faixa etária entre os 20 e os 28 anos. Sem os funcionários, a expansão e a qualidade de serviço não são possíveis e é isso que tem criado o valor da empresa, em conjunto com todos os stakeholders com quem lidamos diariamente. Procuramos cumprir com uma premissa que esteve sempre presente na minha vida: “Só o excelente deve ser suficiente”. Desde o início, contamos com uma parceria com um corretor, SolarSegura Corretores de Seguros. Esta parceria permite-nos trabalhar com as principais seguradoras do mercado, como a Caravela, Real Vida, Victoria, Zurich, o que nos permite apresentar uma oferta adequada às necessidades do mercado, de forma transparente e eficaz.

Considerando as soluções de seguros Vida e Não Vida que disponibilizam, como é feita a análise da situação do cliente, de forma a propor a solução mais vantajosa para o próprio?

A empatia que criamos com os clientes é fundamental para concretizar a venda. O nosso know-how da oferta das companhias é muito importante para que o cliente compre. Nos nossos escritórios sempre foi incutida a mensagem de que a venda tem de ser feita tendo em conta uma necessidade do cliente.

Cada vez mais, os clientes procuram seguros adaptáveis a si e à sua realidade. Essas soluções já existem, verdadeiramente?

O conhecimento do cliente é muito importante. A proximidade potencia a venda, o conhecimento das realidades económicas, sociais, familiares, laborais dos clientes são a melhor forma de conquistar um cliente. Por este motivo, apostamos numa proximidade com o cliente, quer geograficamente, quer tecnologicamente. As companhias de seguros têm vindo a desenvolver soluções de cobertura de riscos diversificados e que, na realidade, funcionam, mas a mentalidade do cliente não permite, por vezes, a concretização da venda de um seguro que o cliente até precise, pois o pensamento é de que, quase sempre, não irá funcionar.

Considerando a questão pandémica, como avalia o comportamento dos clientes relativamente à aquisição de seguros de saúde?

No início da pandemia, não houve grande impacto no consumo de seguros de saúde. A partir de agosto de 2021, notou-se uma procura maior, sempre com o pensamento de as pessoas colmatarem os tempos de espera e a capacidade de resposta para patologias além-Covid. Infelizmente, os salários não permitem que as pessoas tenham capacidade financeira de pagar um seguro de saúde para, por exemplo, um agregado familiar de quatro pessoas.

Durante o confinamento, como foi possível continuar a apoiar os clientes, mesmo à distância?

Decidi manter a mesma política pré-Covid e nunca encerrámos, mas cumprimos todas as medidas de segurança impostas pela DGS. Temos clientes que nunca pararam, nomeadamente do setor da construção e do têxtil e, nestas alturas, nunca os podíamos abandonar. O resultado foi muito bom e o crescimento das vendas foi notório. Para além da presença física, começámos a apostar mais nas redes sociais, como forma de fomentar vendas e acompanhar clientes.

Que avaliação faz do comportamento do setor segurador, durante este período singular da pandemia? Como antevê o futuro?

As companhias de seguros foram apanhadas de surpresa com esta pandemia, assim como todos nós. Nunca foi pensada uma estratégia adaptada a uma situação destas. Embora não tivesse existido esse planeamento, as companhias ajustaram procedimentos, adequaram sistemas informáticos e, em conjunto com o Governo português e entidades governamentais, flexibilizaram alguns procedimentos, como tornar possíveis as assinaturas eletrónicas e a Portaria 234/2020 de 08/10, que permitiu que o certificado internacional de Seguro Automóvel pudesse ser impresso em papel branco.

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