Animadomus: especialistas em seguros de saúde para o mercado pet

A AnimaDomus nasceu em 2008 como uma entidade gestora de uma rede de prestadores de cuidados de saúde e bem-estar no mercado pet. A empresa, que prima pela inovação, vem evoluindo e especializando-se neste mercado, trabalhando hoje com 12 dos 14 seguros de saúde para animais de companhia em Portugal, numa rede com mais de 380 parceiros.

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Rúben Livreiro, diretor-geral

Tudo começou em 2007, quando os irmãos Rúben e Rodrigo Livreiro, hoje diretor de operações e diretor de marketing, respetivamente, se aperceberam que, contrariamente à realidade da maioria dos países desenvolvidos, em Portugal não existia oferta de seguros de saúde para animais de companhia, para além de um seguro da Fidelidade, que datava dos anos 70 do século passado. Partindo do pressuposto que a oferta era praticamente nula, tendo crescido no meio de uma família de pessoas da atividade seguradora e com uma grande afinidade por animais, os fundadores decidiram “apostar num conceito que, em termos de lógica de seguro, fosse aproximado o máximo possível do que eram os seguros de saúde para humanos”, segundo explica Rúben Livreiro. A ideia arranca numa realidade distinta da que se vive nos dias de hoje, tanto a nível das especificidades da medicina veterinária, como da relação, cada vez mais estreita, dos tutores para com os seus animais de companhia, hoje encarados como membros da família. Ainda assim, o responsável assegura que “se sentia claramente que a oportunidade estava ali”, e assim nasce a AnimaDomus em 2008. Focada exclusivamente no que é o mercado pet, o diretor de operações elucida que “temos vindo a trabalhar para sermos especialistas na matéria”, sendo que “hoje trabalhamos com 12 dos 14 seguros de saúde para animais de companhia comercializados em Portugal”. A AnimaDomus disponibiliza às seguradoras as ferramentas, conhecimentos, estatísticas e todos os dados necessários para desenvolver os produtos e fazer crescer este mercado. “Por nos focarmos no mercado pet, todo o trabalho, todas as ideias, toda a evolução deriva nesse sentido”, atesta.

Segundo Rúben Livreiro os seguros de saúde para humanos são o “termo de comparação” para as seguradoras com que trabalha, embora existam diferenças com os seguros para animais de companhia, como a esperança média de vida largamente superior nos humanos e o facto dos animais estarem totalmente dependentes dos cuidados do seu tutor. Assim, “parte do nosso sucesso decorre do esforço para fazer a ponte entre o que é a realidade dos seguros de saúde humana e a dos seguros para animais de companhia”. O responsável esclarece que “temos o privilégio de ter uma colaboração muito próxima com alguns profissionais da área veterinária, que nos ajudam nesta batalha do dia a dia e que nos apoiam numa evolução da atividade seguradora, que sentem ser também benéfica para eles”. Abrindo um pouco o leque para o que será o futuro, o diretor de operações avança que “o próximo seguro a sair para o mercado vai ter ferramentas de participação de sinistros semelhantes às dos seguros de saúde para as pessoas. Não tenho dúvidas que o caminho é aproximar ao máximo os seguros de saúde para animais da lógica dos outros seguros de saúde”.

Rúben Livreiro lembra, ainda, que muitos dos serviços disponibilizados pelos prestadores, e sendo que não existe um Serviço Nacional de Saúde para animais, estão apenas acessíveis “a pessoas que têm a capacidade económica para os sustentar, ou para quem tem o apoio em parceria com a atividade seguradora”. É importante lembrar que um animal vai, em média, mais vezes por ano ao veterinário, que um humano ao médico. Desta forma, “os seguros que existem hoje são significativamente mais completos do que eram em 2008, trabalhando-se sempre no sentido de criar soluções cada vez mais completas e que vão ao encontro das necessidades dos clientes”. O processo dos seguros para animais de companhia está em constante evolução, acompanhando a mudança do relacionamento do tutor com o seu animal, bem como o avanço da tecnologia.

A AnimaDomus prima pela prestação de serviços às próprias pessoas, que “cada vez mais solicitam serviços de conveniência”. Durante o primeiro confinamento, em 2020, a empresa criou uma ferramenta que permite ao utilizador solicitar online os serviços que pretende, desde um banho a situações mais complexas em termos clínicos. A empresa aposta “neste tipo de atenção ao cliente, por forma a que este se sinta cada vez mais protegido e cuidado”, focando-se numa linguagem comum e num atendimento de proximidade. Para Rúben Livreiro o futuro passa por “perceber quais são as necessidades das pessoas e evoluir de forma a acompanhar estas necessidades, seja em termos de coberturas e capitais, seja no tipo de serviços que se presta, mesmo que sejam soluções simples como marcar uma tosquia”.

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