“Cuidamos da saúde de pessoas como nós”

Há mais de 40 anos no mercado, a Quilaban orgulha-se do “caminho de sucesso” que tem vindo a trilhar. Com diversas soluções nas áreas do diagnóstico, healthcare, farma e internacional, a empresa tem como missão criar valor através da promoção do acesso à saúde. Sérgio Luciano, CEO da Quilaban, sublinha a importância de uma cultura de parceria na genética da empresa.

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Porque é que a proximidade entre a Quilaban e os seus clientes é tão importante?

Temos uma consciência clara de que, não produzindo em concreto nenhum produto nem tendo nenhuma inovação que nos permita diferenciar no mercado, é através das nossas pessoas e das relações de proximidade e confiança que c riamos com parceiros que
conseguimos crescer e desenvolvermo-nos. Outra razão tem a ver com o facto de nos
situarmos a meio da cadeia de valor da prestação de cuidados de saúde. Começámos a nossa atividade na área do diagnóstico e, ao longo de 30 anos, foi nessa área que crescemos e nos especializámos. Já no final dos anos 90, percebemos que as mudanças no mercado do
diagnóstico estavam a provocar a erosão do volume de negócios da empresa e decidimos diversificar a nossa atividade. Nessa altura, acabámos por complementar também o nosso negócio com soluções de ortopedia e de Point-Of-Care para farmácias e, mais tarde, por entrar no mercado dos consumíveis clínicos e hospitalares. O nosso propósito é cuidar da saúde e bem-estar de pessoas como nós. A chave para o fazermos passa por identificarmos, através da proximidade com os nossos clientes, as suas necessidades e, por outro lado, criarmos uma rede de relações com produtores que nos permita identificar e disponibilizar as
melhores soluções.

Em tempo de pandemia, de que forma é que a Quilaban se conseguiu posicionar para manter essa presença junto dos clientes?

Quando surgiu a pandemia, em Portugal, nós deparámo-nos com uma situação em que tudo era urgente. Nessa altura, demos conta de que a experiência de desenvolvimento de negócio que tínhamos construído ao longo de anos, as nossas competências na área da saúde e a rede de fornecedores que tínhamos criado, faziam de nós um player relevante para identificar e disponibilizar soluções. Sentimos uma grande responsabilidade e os nossos clientes confiaram em nós para o fazer. Ainda em março de 2020, disponibilizámos zaragatoas, testes
de PCR e equipamentos para Portugal. As nossas equipas na área do diagnóstico estiveram presentes desde a primeira hora, no terreno, junto dos nossos clientes, formando e apoiando a integração de novas técnicas. Toda a organização se mobilizou para servir e apoiar os
nossos clientes, mantendo contactos permanentes com clientes e fornecedores, lidando com fusos horários muito distintos. Tivemos a oportunidade de satisfazer muitas necessidades do
mercado e o nosso negócio cresceu significativamente.

Que áreas se destacam no que diz respeito ao futuro da Quilaban?

Nós temos várias áreas com potencial de desenvolvimento dentro dos nossos quatro segmentos de negócio. No Diagnóstico, temos a genética, que constitui uma abordagem de
diagnóstico inovadora, orientada para a medicina direcionada e para a prevenção; no Healthcare, temos soluções inovadoras para apoio aos cuidadores e profissionais de saúde; na Farma, temos soluções diferenciadoras para as farmácias e para o cuidado dos seus clientes; no Negócio Internacional, tencionamos disponibilizar todas estas soluções e expandi-las para novos mercados. Em cada uma destas áreas, vamos tendo abordagens que nos permitem olhar para o futuro com confiança, assente na compreensão das necessidades dos nossos
clientes e na identificação de soluções eficientes e inovadoras que sirvam o seu propósito.

A Quilaban marca presença em alguns países de língua portuguesa. É possível desenvolver um trabalho específico para cada um desses países?

Em 2006, começámos a nossa primeira experiência de internacionalização, em Angola. Nesse país, conseguimos integrar soluções no âmbito da distribuição farmacêutica, dos consumíveis
clínicos e hospitalares e do diagnóstico. Existiam, de facto, necessidades em todas estas
dimensões às quais demos resposta através da nossa experiência. Em vários outros países, temos aproveitado algumas das soluções que temos disponíveis para abastecer esses mercados de acordo com as suas necessidades. Aquilo que acabamos por fazer em todas estas geografias é procurar perceber numa dinâmica de proximidade com o contexto, quais
são as necessidades específicas destes mercados e adaptar a nossa oferta para corresponder a essas necessidades.

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