O imobiliário tem um nome: Real Imóveis

Patrícia Nascimento é a diretora da agência imobiliária Real Imóveis, que atua no mercado algarvio há cerca de cinco anos. Situada em Loulé, um concelho com características únicas no Algarve, esta agência imobiliária apostou nas novas tecnologias para continuar a trabalhar em contexto de pandemia.

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Patrícia Nascimento, diretora

A Real Imóveis atua no mercado imobiliário há cerca de cinco anos. Como avalia a evolução da empresa e a sua capacidade de expandir a sua atuação?

Para o crescimento e evolução da Real Imóveis foi fundamental oferecer ao cliente um atendimento personalizado, que vai ao encontro da sua necessidade e diversidade de serviços, a fim de ajudar a ultrapassar as burocracias do dia a dia, oferecendo ao cliente um acompanhamento em todo o sistema administrativo, que vai para além da simples compra e venda. Como agentes autorizados do U.R.H, conseguimos oferecer outros serviços paralelos, informativos e ações físicas de outras áreas.

Como caracteriza o mercado imobiliário da região de Loulé e de outras onde a vossa atuação seja mais regular?

O concelho de Loulé, por albergar conceituados destinos turísticos como a Quinta do Lago, exclusivos resorts e golfes de Vale do Lobo e Vilamoura, é um dos municípios com o metro quadro para habitação mais caro do país, exigindo um apoio em diversas vertentes.

Loulé é uma região muito particular, no que respeita a imóveis, considerando que existem moradias de luxo em zonas bem conhecidas do concelho e, depois, imóveis de segmento inferior. Como é que isso influencia o cliente que vos procura?

Nos dias de hoje, com a ajuda dos portais de publicidade, existe uma grande facilidade de o cliente selecionar realmente o que pretende: casas de luxo ou casas/apartamentos de segmentos inferiores. Pelo que, quando o cliente nos procura, já vem com a certeza do tipo de imóvel que pretende.

O concelho de Loulé é um dos municípios com o metro quadrado para habitação mais caro do país

A pandemia obrigou todos os setores de atividade a mudar alguns hábitos laborais, para continuar a trabalhar. Como se adaptou a Real Imóveis a esta questão?

A Real Imóveis investiu, desde o início, na área da publicidade e de plataformas que nos pudessem ajudar a ir ao encontro do cliente de uma forma simples e direta, pelo que foi mais fácil contornar a situação da pandemia.

Reconhece, no mercado imobiliário, alguma tendência em particular, que se tenha evidenciado durante o confinamento/fase de pandemia?

Houve um aumento da procura de casas com algum espaço/logradouro, apartamentos amplos com terraços ou varandas amplas, preferencialmente na cidade, mas devido à escassez de produto dentro dos valores da procura, os clientes optam por comprar nos arredores, como Querença e Salir.

Enquanto empresária, como antecipa o comportamento do mercado durante este ano? As moratórias e o fim das mesmas serão um elemento a considerar?

Continuámos a explorar a oferta e a procura neste período. Durante esta interrupção do trabalho, causada pela pandemia, fomos alvo de alterações na procura de imóveis, passando de áreas urbanas para outras áreas dispersas, sendo que existe uma procura mais acentuada em zonas menos habitadas. Referente às moratórias, compreende-se que contemplaram o alívio de custos para as famílias. Esperamos que a retoma da economia seja benevolente com o termo dessas moratórias, não podemos esquecer que, com início de créditos hipotecários e juros, estes podem levar a créditos malparados, o que seria péssimo para estas atividades imobiliárias. Esperamos que sejam prorrogados estes prazos.

www.realimoveis.pt

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