“O maior ativo de diferenciação de uma empresa são as pessoas”

O Grupo Saúde Nuno Mendes (GSNM) é um projeto de saúde exigente, com uma forma holística de pensar a Saúde e que dá importância à Ciência e Investigação. Com 14 anos de história e um ADN muito ligado às questões sociais e à valorização dos seus recursos humanos, o GSNM tem à frente dos seus destinos Alda Rosendo, uma CEO que acredita que a constante formação e aprendizagem, coadjuvadas por um acompanhamento próximo dos seus recursos humanos, tornam o GSNM um espaço de saúde único e diferenciador.

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Enquanto CEO deste Grupo, como avalia as competências necessárias para estar à frente deste projeto?

A avaliação que faço sobre ser gestora do Grupo Saúde Nuno Mendes é estar numa constante aprendizagem diária. Defendo que é de extrema importância permitir que os desafios da organização me levem a manter-me numa sociedade de aprendizagem e numa economia de conhecimento. Um gestor não deve ficar-se só pelo
recurso financeiro e logístico, mas também acompanhar diariamente o seu recurso humano, que considero o maior ativo de diferenciação. Estar presente, partilhar conhecimento, deixar as equipas participarem nos valores e objetivos da organização, só assim se consegue obter a confiança necessária da equipa.

Enquanto CEO, qual lhe parece ser o papel da liderança, para manter as pessoas coesas e felizes no trabalho que desempenham?

As organizações distinguem-se pelo seu equilíbrio organizativo, na sua cultura, nos seus valores e no fator económico. Esta situação tem tendência a continuar a crescer, o que irá exigir das organizações um maior foco na rapidez para a tomada de decisões, para manter a competitividade e sobrevivência. No GSNM não será diferente, para isso a organização é mais proativa e temos um enfoque cada vez maior no talento interno. Temos até um departamento que se chama “Pessoas” que tem um papel muito ativo nas iniciativas de dinâmicas de equipas. Apostamos continuamente na formação e desenvolvimento de competências dos nossos colaboradores. Também o employer branding não deixa de ser um dos nossos focos.

Quais os desafios que esperam os CEO, no que respeita às novas necessidades do mercado de trabalho?

Cada vez mais vamos estar numa realidade de escassez de candidatos e por esse motivo os CEO são obrigados a olhar para o mundo do trabalho de uma forma diferente. Isso leva a uma reestruturação dos processos internos e a uma adaptação à mudança do padrão social, principalmente no que se refere à questão da retenção de talentos. Como gestora do GSNM, defendo que temos de nos manter atualizados, enriquecer constantemente as
nossas capacidades, não recear as reestruturações internas e envolver sempre a equipa para uma melhoria contínua.

Como caracteriza o trabalho desenvolvido pelo GSNM, no que concerne às questões ligadas à Saúde, mas também ao lado Social do Grupo, presente n’O Mendesinho?

Desde sempre estivemos ligados a causas, principalmente causas de saúde, o que nos fez criar a Associação “O Mendesinho”, uma associação sem fins lucrativos, onde criámos uma mascote mais direcionada para as crianças, de modo a gerar mais empatia. Neste momento, o nosso objetivo principal, na área da saúde, passa por diagnosticar algumas famílias carenciadas, que se enquadrem com patologias de cicatrizes disfuncionais
identificadas na nossa causa, um projeto ao qual demos o nome de “Cicatrizes da Vida”.

Hoje, duas realidades convivem lado a lado, na área da Saúde: o expertise dos profissionais de Saúde e a tecnologia de vanguarda. O Grupo Saúde Nuno Mendes dispõe de ambos?

O GSNM dispõe das duas realidades. Os nossos colaboradores são profissionais muito talentosos. Quando ingressam no desafio de ser “colaborador GSNM”, passam por um período de integração e formação interna. Quanto à tecnologia de vanguarda, com a constante evolução tecnológica, somos conscientes que tem sido uma realidade, principalmente nestas duas últimas décadas. O GSNM dispõe de um variado, avançado e moderno
leque de tecnologia com atualização constante, seja ela na saúde, na saúde estética ou na reabilitação, o que nos leva por um caminho de diferenciação no mercado.

Como se desenha o futuro deste Grupo?

Encaro o futuro sempre com alguma ambição pois, ao sermos ambiciosos, somos também exigentes com a nossa vida. O GSNM tem essa ambição transmitida pelos seus sócios, sempre com o seu peso e medida. Com toda esta crise económica, o GSNM não será diferente na análise da sua ambição, mas sempre com sentido de diferenciação humana e tecnológica, propósito e missão.

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