“O nosso foco total é a pessoa”

A Physioclem está presente no mercado há 19 anos. O seu fundador, o fisioterapeuta e osteopata Marco Clemente, define este projeto clínico como algo apaixonante e que tem o propósito maior de ir ao encontro das necessidades da população e da comunidade, promovendo um estilo de vida saudável para todas as faixas etárias, como testemunham os vários projetos em que a Physioclem participa.

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Marco Clemente, CEO

Marco Clemente é fisioterapeuta, osteopata, e apaixonado por estas áreas, que têm em comum a busca por uma solução para a dor ou a limitação que afeta a vida de alguém. Quando fundou a Physioclem, fê-lo com a vontade firme de ajudar as pessoas: “O nosso propósito é sermos parceiros do nosso utente e ajudá-lo a resolver o seu problema, seja ele uma dor ou uma limitação física. O nosso foco total é a pessoa”.

Tendo esse propósito máximo em consideração, a equipa da Physioclem aposta constantemente na formação e na complementaridade entre áreas terapêuticas, para alcançar o melhor resultado possível no que respeita ao tratamento de quem procura a clínica: “A nossa prática clínica é baseada naquilo que a evidência científica demonstra. Há muitas técnicas de fisioterapia que têm benefícios demonstrados e nós fomos sempre adaptando as nossas práticas a estas evidências. Isto implica que os nossos colegas tenham uma formação muito frequente – isso é a nossa tónica. Fazemos formação externa e interna. É este grande foco na pessoa, em conjunto com a prática fisioterapêutica baseada na evidência e profissionais formados e especializados que têm feito com que possamos ter um valor acrescentado para quem nos procura”.

“É este grande foco na pessoa, em conjunto com a prática fisioterapêutica baseada na evidência e profissionais formados e especializados que têm feito com que possamos ter um valor acrescentado para quem nos procura”

A visão biopsicossocial no tratamento da dor

Atualmente, o tratamento da dor é feito tendo em consideração uma visão biopsicossocial da pessoa, ou seja, um tratamento que se foca em três áreas essenciais do Ser Humano: a “bio”, que se centra nas alterações físicas que o corpo humano vai sofrendo; a “psico”, que destaca a importância que a parte psicológica tem nas manifestações do estado físico do indivíduo; e a área “social”, no qual se incluem as relações sociais da pessoa e a forma como lida e interage socialmente: “Para tratarmos por completo a dor ou a limitação existente, é importante aliar os tratamentos corretos, como simultaneamente compreender exatamente a origem do problema. No que respeita aos tratamentos, foi também durante a busca pelo melhor tratamento possível para os utentes que acabei por me especializar em Osteopatia. O objetivo primordial é conjugar fisioterapia e osteopatia, com vista ao melhor tratamento possível da pessoa. Na mesma senda, a Physioclem desenvolve ferramentas ligadas às questões mentais, isso porque já existem evidências científicas que provam que a mente tem uma grande influência na questão da dor. Sabe-se, por exemplo, que a técnica de mindfulness ajuda muito a tratar a dor”.

Durante o período pandémico, muitas das dores que sugiram aconteceram em resultado do stress ou da incerteza causados pelo momento vivido, no entanto Marco Clemente reforça que a ausência de exercício físico, o aumento do peso e, no caso particular dos idosos, o isolamento, foram também fortes motivos para o aumento da dor: “Foi durante o confinamento que investimos na Physioclem online, enquanto forma de chegar aos utentes. Não queríamos deixar de ajudar quem precisava de nós, mas com todas as restrições, tivemos de inovar. Acabámos por reunir várias ideias, de toda a equipa, e conseguimos oferecer aulas de Pilates Clínico e sessões de fisioterapia online durante o período mais difícil da pandemia”.

A equipa da Physioclem preparou-se também, de forma particular, para ajudar as pessoas que, após estarem recuperadas da Covid-19, ainda conservavam sequelas físicas, como as dificuldades respiratórias e a perda de massa muscular.

Um projeto aberto à comunidade

Marco Clemente sempre equacionou a Physioclem enquanto um projeto dedicado à fisioterapia, Osteopatia e outras áreas do Bem-estar, que contribuísse simultaneamente para uma maior literacia da Saúde e que conseguisse influenciar positivamente a comunidade onde está inserida. Atualmente, a Physioclem conta com clínicas em sete localizações da região Centro do país e, assim, a influência dos projetos em que participa aumenta: “O nosso contributo passa pela promoção de um estilo de vida saudável, através da atividade física, alimentação, promoção do sono, bem-estar mental… Tivemos, nestes últimos três anos, um projeto chamado Geração S+, em colaboração com a Escola Superior de Saúde de Alcoitão, que pretendia promover um estilo de vida saudável entre os jovens. Estamos agora a trabalhar o Happier and Healthier, que é uma mistura entre a promoção de um estilo de vida saudável, juntando também felicidade, interior e relacional, no sentido de nos relacionarmos de uma forma mais positiva com a vida. Outro projeto que também desenvolvemos passa por trabalhar o envelhecimento positivo. É indicado para pessoas com mais de 50 anos, para desmistificar que é a partir desta idade que começa a fase mais feliz da vida. O objetivo é criar consciência disso e ensinar a envelhecer positivamente”.

No que respeita ao futuro, o fundador do projeto clínico Physioclem assume que não está nos seus planos a abertura de mais espaços clínicos, noutras localizações, pretende sim continuar a apostar na formação dos especialistas e no desenvolvimento de outros projetos virados para a comunidade: “A ideia é sempre estar focado naquilo que a comunidade precisa. Nós iremos trazer uma novidade que o mercado não tem e precisa muito. Trata-se de um serviço inovador, na área da promoção da Saúde, que será desenvolvido essencialmente online. No apoio comunitário, estamos também a trabalhar num projeto inovador, que tem como objetivo capacitar os jovens a serem agentes da mudança na criação de comunidades felizes. Esta novidade deverá surgir no final deste ano e é uma parceria com um município alemão e uma universidade dos Países Baixos. Em termos de intervenção de fisioterapia, a nossa ideia é continuar a apostar na formação, porque olhar para o futuro implica formar muito bem os nossos e ir evoluindo por aquilo que nos apaixona”.

http://www.phisioclem.pt

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