“Aliar tecnologia e experiência é o ideal”

A clínica dentária Previlege dispõe de um conceito de clínica familiar, com um acompanhamento conjunto de pais e filhos, dispondo de diversas especialidades da Medicina Dentária, para oferecer um tratamento personalizado e atento a quem a procura. Patrícia Rubiana é médica dentista e a diretora clínica deste espaço, em Lisboa.

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Patrícia Rubiana, médica dentista e diretora clínica

A Medicina Dentária sofreu uma grande evolução nas últimas décadas. Que avaliação faz desta área clínica e da fase que atravessa?

A Medicina Dentária é uma área da saúde com fortes investimentos em investigação e desenvolvimento de materiais e técnicas de tratamento. A parte digital permite-nos planear a reabilitação de casos complexos e extensos através de sistemas CAD-CAM. Na clínica Previlege, o planeamento de todos os casos cirúrgicos é feito através de software 3D. A área da Ortodontia passou recentemente a incluir também o acesso a alinhadores invisíveis, alargando o leque de possibilidades de tratamento ortodôntico.

Que especialidades de Medicina Dentária disponibiliza?

Dispomos de serviços de Implantologia, Reabilitação Oral, Ortodontia e preocupamo-nos muito com a prevenção no contexto geral de Medicina Dentária.

A tecnologia é cada vez mais importante nesta área da Medicina, pois ajuda a tornar os tratamentos menos dolorosos, mais rápidos e eficientes. É importante a atualização constante, a nível tecnológico?

A formação dos médicos dentistas neste período de pandemia passou a ser preferencialmente por webinars. No futuro, tal como aconteceu no passado recente, a importância da formação presencial será novamente incorporada com a prática em novas técnicas menos dolorosas e mais eficientes. A tecnologia não substitui a experiência de cada médico dentista. Assim, tentamos oferecer a inovação contínua e a experiência adquirida ao longo de 20 anos.

Qual a periodicidade indicada para um bom acompanhamento da saúde oral?

O ideal, e dependendo da situação específica do paciente, é duas vezes por ano, para prevenir situações mais graves em desenvolvimento. Somos uma clínica com um conceito de consultório familiar, em que trabalhamos a Medicina Dentária para a família e para gerações, por isso temos pacientes que acompanhamos desde pequenos.

41% da população assume que há mais de um ano que não vai ao dentista. Que consequências pode isso trazer à saúde oral?

Em 2019, o barómetro da saúde oral da OMD refere que houve um aumento de pessoas que vão ao dentista, passando para cerca de 35% os pacientes que não fazem consultas há um ano. Este é um bom indicador e revela a confiança nos profissionais, com consequências positivas na manutenção da saúde oral. Neste estudo, também alia este aumento à adesão de seguros e planos de saúde.

O regresso ao trabalho pós-confinamento obrigou a medidas de segurança extra? Tal repercutiu-se na confiança dos clientes?

Adotámos as novas normas da OMD e DGS logo após a quarentena, para defender a segurança dos nossos pacientes e a proteção da nossa equipa. A Medicina Dentária vai continuar a evoluir e não irá voltar atrás na segurança contra a infeção cruzada. A confiança dos nossos pacientes reflete-se na continuidade dos tratamentos iniciados antes do confinamento e também nos novos tratamentos iniciados após o regresso ao trabalho, em maio. O cuidado para com os pacientes é uma constante na nossa prática de atendimento diário.

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