“Existem novas necessidades de segurança”

A “ON24H Alarmes” é especialista em soluções de segurança, com pessoas que possuem experiência na área da segurança há mais de 25 anos, distinguindo-se dos restantes players através da sua capacidade de construir soluções de segurança à medida das necessidades de cada cliente. O diretor, Joaquim Teixeira, destacou, em entrevista, a importância das soluções de prevenção de incêndio para edifícios industriais.

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Joaquim Teixeira, diretor

Como se destaca a “ON24H Alarmes”, em relação à concorrência e ao seu posicionamento no mercado?

A “ON24H Alarmes” destaca-se no mercado pela ampla gama de soluções que tem. Temos uma vantagem em relação à concorrência, pois adaptamo-nos facilmente a esta exigência e às constantes mutações que a área da segurança eletrónica sofre. A “ON24H Alarmes” constrói as soluções à medida de cada cliente, nunca partindo de nenhuma solução pré-definida, que é o que a maioria das empresas desta área faz. Temos um nível de exigência e de satisfação dos clientes muito alto, porque as nossas soluções são adaptáveis a cada caso. Os clientes sentem-se mais seguros com este tipo de soluções.

Como se processa todo o trabalho, quando um cliente vos procura?

Esse trabalho é da responsabilidade do nosso departamento comercial, que tem pessoal formado comercial e tecnicamente. Fazemos o estudo prévio e construímos a solução mediante o conhecimento que temos das necessidades do cliente. Temos soluções muito simples e outras mais complexas, que adaptamos às necessidades do cliente.

Existem atualmente soluções que satisfazem todo o tipo de capacidades financeiras?

Sim, as soluções evoluíram muito, tecnicamente, o que levou a um preço bastante acessível para todos. Podemos trabalhar com tecnologias de alta gama, quando os clientes assim o exigem, mas temos soluções mais simples, com uma tecnologia também ela evoluída e que permite ao cliente obter exatamente a proteção que precisa, por um valor mais baixo.

Que adaptações teve a “ON24H Alarmes” que levar a cabo para fazer face à Covid-19?

Adotámos logo em março as medidas de saúde que a Direção-Geral da Saúde (DGS) aconselhou e todos os nossos trabalhadores cumpriram sempre todas essas indicações. Esta atitude transmitiu muita segurança aos nossos clientes, o que também nos assegurou a continuidade da atividade.

A pandemia não influenciou de forma significativa a área da segurança?

Este ano foi muito difícil, mas a área da segurança é uma das que não sofreu intensamente. Foi possível “ir trabalhando”, tendo sempre em consideração as medidas de segurança e prevenção, sobretudo porque o nosso target está direcionado para a área industrial. Essa foi a razão para ser possível continuarmos a trabalhar até hoje.

Que soluções disponibiliza?

A “ON24H Alarmes” é conhecida por ter um mundo de soluções a nível de segurança. Somos especialistas em sistemas de segurança e não em sistemas de alarme. Instalamos os sistemas de alarme convencionais sim, mas, além disso, estamos certificados em todas as áreas de segurança eletrónica desde a videovigilância, controlo de acessos e na segurança contra incêndios em edifícios, que é uma das áreas onde ainda há muito a fazer em Portugal. A videovigilância foi outra área que implementámos muito nesta fase da pandemia – sobretudo a deteção termográfica – que deteta a temperatura das pessoas, com as devidas autorizações legais. Depois, existem ainda as soluções de automatismos e controlo à distância.

Diria então que falta sensibilizar os empresários para a importância da proteção contra incêndios?

Quando falamos em segurança contra incêndios, existem equipamentos e procedimentos que a lei obriga a que sejam colocados, sob pena de, aquando de uma fiscalização, existir uma coima. Nos últimos anos, a sensibilização dos clientes para as necessidades de cumprir a legislação em função da segurança contra incêndios é mais evidente, mas ainda não é suficiente. Por outro lado, temos ainda a questão da pouca fiscalização existente. A verdade é que, quando confrontamos um cliente com a necessidade de instalação de determinados equipamentos e procedimentos, este fá-lo apenas por obrigação e para evitar as coimas. Falta ainda o entendimento de que, numa situação de incêndio, o importante é mesmo prevenir, pois os custos da prevenção são muito inferiores aos de combate ou destruição.

O que lhe parece que mudou, ao longo deste ano, sobretudo no que concerne a rotinas de trabalho?

Esta pandemia veio trazer hábitos e adaptações que, sem dúvida, acredito que irão permanecer. Uma delas será o teletrabalho, que muitas empresas irão acabar por implementar, até porque poderá trazer menos custos às empresas, sobretudo no que respeita a infraestruturas. É claro que isto traz uma adaptação diferente das pessoas às suas próprias residências. Assim, temos de pensar que a segurança já não passa por sistemas para proteger a casa enquanto as pessoas estão fora, mas sim por sistemas de proteção para proteger o exterior da casa, pois as pessoas estão agora muito mais tempo em casa. Já existem fabricantes a trabalhar intensivamente nas questões residenciais, sobretudo na questão da proteção do exterior da moradia. Outra grande aposta é a proteção a espaços industriais, que estão agora – frequentemente – sem ninguém, ou com muito menos pessoas durante o período de funcionamento. A “ON24H Alarmes” está já a preparar-se para estas novidades, pois evoluímos à medida que as novidades vão chegando. Gostamos de estar na vanguarda e só assim é que conseguimos acompanhar a evolução tecnológica e sobreviver economicamente.

www.on24h.pt

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