“Investir em imobiliário é seguro”

A Insuavila tem uma equipa com mais de 20 anos de experiência de mercado, mas afirma-se como uma imobiliária moderna e apoiada nas novas tecnologias, para servir melhor o cliente. Rui Borlido é o diretor desta agência, situada em Caminha.

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Rui Borlido, diretor

Como se definiriam, no que respeita à filosofia de trabalho do mercado?

Somos uma imobiliária reconhecida no mercado pela qualidade do serviço que presta. Estamos presentes nos principais portais nacionais e internacionais. Investimos muito na imagem, nas redes sociais e na formação da nossa equipa. Orgulhamo-nos de prestar um serviço de qualidade ao cliente, seja ele comprador ou vendedor. Para nós, a satisfação dos nossos clientes é e será sempre o mais importante. Temos uma equipa motivada e coesa, residente, que gosta do que faz e fá-lo bem, o que nos torna mais assertivos. Somos flexíveis e valorizamos muito a relação que se estabelece com os clientes. Por isso temos clientes que nos acompanham há mais de 15 anos e grande parte dos negócios que realizamos acontece por recomendação.

Como caracteriza o mercado imobiliário do distrito de Viana do Castelo?

Este mercado tem algumas especificidades, uma vez que existem “micromercados” no distrito, como é o caso do concelho de Caminha, onde nos encontramos. Caminha sempre foi caracterizado pela procura, maioritariamente, para compra de segunda habitação. No entanto, a pandemia veio trazer mudanças significativas no comportamento dos clientes. Atualmente as pessoas pretendem viver onde anteriormente passavam férias.

Os grandes centros urbanos perderam população, sobretudo durante o confinamento. A Insuavila sentiu esta tendência de procura por outras alternativas, quer no tipo de imóvel, quer no que respeita à localização do mesmo?

Sim. A pandemia impôs que as pessoas ficassem mais tempo em casa e isso gerou um grande impacto na vida delas. Passaram a valorizar aspetos que antes da pandemia não eram tão valorizados. Estando nós numa região periférica, observámos um acréscimo significativo na procura de casas maiores, individuais, com jardim, com espaços adaptados aos animais de estimação e, preferencialmente, com piscina e vista para o rio/mar. Penso que, com o teletrabalho, assistiremos à intensificação de duas grandes tendências: a descentralização e a procura de casas mais espaçosas.

Os terrenos para construção de imóveis foram também muito procurados. Tal tendência verificou-se nesta região?

No período pós primeiro confinamento, observámos o escoamento de grande parte dos imóveis com espaços exteriores e piscina e uma melhoria significativa nos tempos de resposta dos processos de licenciamento por parte do Município de Caminha. Estas realidades levaram a um acréscimo na procura de terrenos para construção, quer por particulares, quer por promotores/construtores.

Como ultrapassaram todos os desafios causados pela pandemia, sobretudo no que respeita à necessidade de distanciamento e de confinamento?

Investindo mais nos meios de comunicação à distância, estimulando as vendas online e a divulgação nas redes sociais.

Como antecipa o comportamento do mercado imobiliário, considerando o fim das moratórias e a crise associada ao fecho de muitas empresas e o respetivo desemprego?

As moratórias vieram suavizar os efeitos negativos da crise e torna-se difícil antecipar o seu desfecho. Tudo dependerá da evolução da pandemia, das medidas que o Governo adotará para ajudar as famílias e da forma como os bancos vão gerir o fim das moratórias. No entanto, o setor imobiliário tem vindo a mostrar a sua resiliência e, após se ter verificado um abrandamento das vendas, verifica-se agora um aumento na procura, o que me deixa otimista em relação ao futuro. Em termos de investimento, o imobiliário continua a ser bastante atrativo e um capital seguro.

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