Apresenta-se como sendo uma pessoa para quem a estagnação não tem lugar na vida. A Century 21 Arquitectos foi o espaço onde isso sempre lhe foi possível?
Sem dúvida. A CENTURY 21 Arquitectos nasceu precisamente dessa inquietação e vontade de fazer mais e melhor. Quando fundei o projeto, há precisamente 10 anos, partimos com uma equipa de apenas cinco pessoas e um sonho ambicioso: construir algo diferenciador no mercado imobiliário. Hoje, somos um grupo com cerca de 200 profissionais distribuídos por três agências – Gondomar, Porto e Leça da Palmeira. Esta expansão é reflexo da nossa cultura de crescimento contínuo. Aqui, estagnar não é uma opção.
Como caracteriza este desenvolvimento profissional? Em que aspetos é que essa vivência a mudou?
Cresci como empresária, mas sobretudo como ser humano. Aprendi a ouvir melhor, a delegar com confiança, a adaptar-me a cada desafio com resiliência e a inspirar pelo exemplo. A liderança, para mim, é um caminho de empatia, visão e responsabilidade.
Descreve-se como honesta, competente, rigorosa e empenhada. Estes são adjetivos que também se aplicam à sua liderança?
Acredito que sim. Estes valores não são apenas traços da minha personalidade, são pilares da forma como encaro
o trabalho e a liderança. Honestidade na comunicação, competência nas decisões, rigor na gestão e empenho em cada detalhe são qualidades que tento refletir em todas as minhas ações. E mais do que isso, são valores que procuro cultivar em toda a equipa.
Ao longo desta década, o que mudou, no mercado, nas equipas e nos clientes? O que é preciso ter em consideração, hoje, para estar na vanguarda da relação cliente-consultor?
Nestes 10 anos, vimos o mercado evoluir de forma acelerada: mais digital, mais exigente e mais centrado no cliente. As equipas tornaram-se mais especializadas e focadas na formação contínua. Os clientes estão mais informados, mais criteriosos e esperam um acompanhamento mais próximo e profissional. Para estar na vanguarda, hoje, é preciso investir em tecnologia, mas sobretudo em relações humanas.
“A liderança, para mim, é um
caminho de empatia, visão e
responsabilidade”.
2020 foi um ano marcante para a Century 21 Arquitectos, porque venceu vários prémios da marca. Cinco anos depois, o espírito de equipa forte e unida continua a manifestar-se? Quais as razões, a seu ver, para que tal resulte na perfeição?
O ano de 2020 foi um teste à nossa cultura. E superámo-lo com distinção. Fomos reconhecidos com vários prémios da marca CENTURY 21, mas o maior prémio foi ver a nossa equipa unir-se como nunca. Essa força mantém-se até hoje, até porque a base da nossa cultura é sólida.
O balanço do que passou continua a mostrar-se promissor do que o futuro pode reservar?
Absolutamente. O balanço destes 10 anos é profundamente gratificante. Construímos um grupo sólido, coeso e respeitado no mercado. Mas não estamos nem perto do ponto final! Continuamos a crescer, a atrair talento, a abrir
novas portas e a explorar novas formas de servir melhor os nossos clientes. A CENTURY 21 Arquitectos tem ainda muito espaço para evoluir, expandir e inovar, e eu continuo com a mesma ambição e energia de quando começámos. Porque o futuro pertence a quem acredita, trabalha e nunca para de crescer.










