Joana Resende: o exemplo de liderar uma equipa construída para crescer

A Century 21 Arquitectos está a celebrar 10 anos. Um projeto iniciado por Joana Resende em 2015, com uma equipa de cinco consultores, que se transformou, nesta década, em 200 colaboradores de uma equipa sólida, dividida em três espaços – Gondomar, Porto e Leça da Palmeira.

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Apresenta-se como sendo uma pessoa para quem a estagnação não tem lugar na vida. A Century 21 Arquitectos foi o espaço onde isso sempre lhe foi possível?

Sem dúvida. A CENTURY 21 Arquitectos nasceu precisamente dessa inquietação e vontade de fazer mais e melhor. Quando fundei o projeto, há precisamente 10 anos, partimos com uma equipa de apenas cinco pessoas e um sonho ambicioso: construir algo diferenciador no mercado imobiliário. Hoje, somos um grupo com cerca de 200 profissionais distribuídos por três agências – Gondomar, Porto e Leça da Palmeira. Esta expansão é reflexo da nossa cultura de crescimento contínuo. Aqui, estagnar não é uma opção.

Como caracteriza este desenvolvimento profissional? Em que aspetos é que essa vivência a mudou?

Cresci como empresária, mas sobretudo como ser humano. Aprendi a ouvir melhor, a delegar com confiança, a adaptar-me a cada desafio com resiliência e a inspirar pelo exemplo. A liderança, para mim, é um caminho de empatia, visão e responsabilidade.

Descreve-se como honesta, competente, rigorosa e empenhada. Estes são adjetivos que também se aplicam à sua liderança?

Acredito que sim. Estes valores não são apenas traços da minha personalidade, são pilares da forma como encaro
o trabalho e a liderança. Honestidade na comunicação, competência nas decisões, rigor na gestão e empenho em cada detalhe são qualidades que tento refletir em todas as minhas ações. E mais do que isso, são valores que procuro cultivar em toda a equipa.

Ao longo desta década, o que mudou, no mercado, nas equipas e nos clientes? O que é preciso ter em consideração, hoje, para estar na vanguarda da relação cliente-consultor?

Nestes 10 anos, vimos o mercado evoluir de forma acelerada: mais digital, mais exigente e mais centrado no cliente. As equipas tornaram-se mais especializadas e focadas na formação contínua. Os clientes estão mais informados, mais criteriosos e esperam um acompanhamento mais próximo e profissional. Para estar na vanguarda, hoje, é preciso investir em tecnologia, mas sobretudo em relações humanas.

2020 foi um ano marcante para a Century 21 Arquitectos, porque venceu vários prémios da marca. Cinco anos depois, o espírito de equipa forte e unida continua a manifestar-se? Quais as razões, a seu ver, para que tal resulte na perfeição?

O ano de 2020 foi um teste à nossa cultura. E superámo-lo com distinção. Fomos reconhecidos com vários prémios da marca CENTURY 21, mas o maior prémio foi ver a nossa equipa unir-se como nunca. Essa força mantém-se até hoje, até porque a base da nossa cultura é sólida.

O balanço do que passou continua a mostrar-se promissor do que o futuro pode reservar?

Absolutamente. O balanço destes 10 anos é profundamente gratificante. Construímos um grupo sólido, coeso e respeitado no mercado. Mas não estamos nem perto do ponto final! Continuamos a crescer, a atrair talento, a abrir
novas portas e a explorar novas formas de servir melhor os nossos clientes. A CENTURY 21 Arquitectos tem ainda muito espaço para evoluir, expandir e inovar, e eu continuo com a mesma ambição e energia de quando começámos. Porque o futuro pertence a quem acredita, trabalha e nunca para de crescer.