Num contexto em que encontrar alojamento estudantil se tornou um desafio, o que significa hoje criar uma residência que seja verdadeiramente “casa” para um estudante?
Hoje, criar uma verdadeira “casa” para um estudante significa muito mais do que dar-lhe um teto: é oferecer-lhe um espaço próprio e digno, onde possa estudar, descansar e crescer com autonomia, sem abdicar de segurança e conforto. Por isso apostamos em estúdios individuais mobilados, e não em quartos partilhados: cada estudante tem o seu espaço e a sua privacidade, tal como em sua casa.
De que forma a Residence Invicta procura responder às novas expectativas dos estudantes, conciliando privacidade, conforto, autonomia e sentido de comunidade?
Conciliamos estes valores através do próprio modelo de residência: cada estúdio é privado, equipado e independente (kitchenette, wc próprio, wi-fi), garantindo autonomia total. Em paralelo, o jardim comum e a proximidade entre residentes, muitos deles internacionais, criam momentos naturais de convívio e comunidade. Este equilíbrio reflete-se na satisfação dos hóspedes: temos hoje 5,0 estrelas em 46 avaliações no Google.

A localização é uma das grandes mais-valias da Residence Invicta, no centro do Porto e com acesso próximo a universidades, transportes e serviços. Até que ponto a escolha do local pode influenciar o desempenho académico e a integração de um estudante na cidade?
Muito. Viver perto da universidade e do centro poupa tempo e energia que, de outra forma, se perderiam em deslocações, e isso reflete-se diretamente na disponibilidade para estudar. Estar na Rua de Santa Catarina também facilita a integração social: o estudante vive a cidade, não apenas o campus, com fácil acesso a transportes, comércio e vida cultural, o que acelera o sentido de pertença ao Porto.
O mercado de alojamento estudantil está a mudar, que tendências identifica entre os estudantes e como acredita que deverão evoluir as residências estudantis nos próximos anos?
Os estudantes procuram cada vez mais privacidade, autonomia e soluções “chave na mão”, com tudo incluído e sem burocracia. A oferta atual ainda não acompanha esta procura crescente, e as residências terão de evoluir para modelos mais individuais e flexíveis. É essa a nossa aposta: estamos a recuperar um segundo imóvel na zona da Costa Cabral, no Porto, com o mesmo modelo, e previsto abrir no próximo ano letivo.










