“Marketing Digital é o futuro”

A Central 7 foi criada há três anos, para responder a solicitações de clientes da RJB Publicidade. Luís Barata, gestor de projetos desta agência de Marketing Digital, explica a reação do mercado digital à mudança nos hábitos de consumo da população.

0
258
Luís Barata, gestor de projetos

No vosso site, encontramos a frase “crescemos para ajudar a crescer”. Que avaliação faz da criação da Central 7 e do seu posicionamento no mercado?

A Central 7 pertence ao Grupo Barata, que também possui a RJB Publicidade, que atua no mercado publicitário através de outdoors espalhados pelo país. Há uns anos, verificámos que os clientes da RJB Publicidade questionavam frequentemente se a empresa também fazia serviços de Marketing Digital, principalmente criação de sites e lojas online, e assim nasceu a Central 7, uma empresa que foi criada em 2017 e que “cresceu para ajudar a crescer” outras empresas no mundo digital.

Quais as características fundamentais, aquando da criação de um site/loja digital, que garantam a aceitação do público?

O aspeto visual de um site ou loja online deve ser excelente e apelativo, de forma a captar o interesse dos seus visitantes, funcional e userfriendly, com uma estrutura bem intuitiva e de fácil acessibilidade. Outra característica a salientar é a segurança que um site ou loja devem proporcionar aos seus visitantes, principalmente quando falamos de pagamentos online. Se uma loja online ou site não tiverem um certificado de segurança SSL, o que permite que toda a troca de informação entre as partes seja encriptada, as pessoas simplesmente não compram. Além disso, a empresa deverá aparecer nas primeiras páginas do Google.

Com o confinamento, muitos negócios tiveram de se digitalizar. Acredita que este momento representou o impulso que faltava a muitos empresários para se posicionarem online?

Esta pandemia veio acelerar a perceção de que não é suficiente um negócio estar presente no mercado apenas fisicamente. Costumo dizer que se uma empresa não está presente na internet, ela não existe para potenciais clientes. Com o confinamento, os negócios que já estavam preparados digitalmente, sofreram menos danos económicos do que aqueles que não têm presença digital.

Como se adapta uma comunicação direta e pessoal para uma realizada por via digital?

Penso que o segredo é tornar a comunicação o mais humana possível, incluindo informação clara, precisa e sempre com o objetivo de solucionar um problema ou melhorar algo no negócio do cliente. Cada empresa deve conhecer bem o seu público-alvo, de forma usar o “tom de voz” indicado, com o objetivo final de conseguir passar a mensagem de forma eficaz, verdadeira e impactante.

O aumento do e-commerce obrigou a uma melhoria dos sites já existentes?

Acredito que é possível melhorar um site já existente, de forma a torná-lo mais competitivo e, acima de tudo, que consiga gerar mais receitas para o negócio. Com o crescimento do e-commerce, assistiu-se a um novo fenómeno de fusão entre sites e lojas online. Negócios que apenas tinham um site empresarial quiseram fundir esse site com uma opção de loja online, de forma a poderem servir melhor os seus clientes e aumentarem as suas receitas.

Que desafios antevê para o setor?

Um dos grandes desafios é mostrar às empresas que o Marketing Digital é o Marketing do futuro, pois muitas empresas nacionais ainda não perceberam que este setor poderá projetá-las para uma nova realidade de crescimento e sustentabilidade a nível global. Um departamento de Marketing Digital em cada empresa será uma coisa banal num futuro não muito longínquo.

www.central7.pt

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here