“O mercado digital é global”

A Fucking Amazing é uma agência de Marketing Digital que se assume sem tabus. Com uma comunicação descomplicada e focada nos objetivos do cliente, a equipa da Fucking Amazing é diversificada e capaz de responder a várias áreas do digital, como explicou o CEO, João Fernandes.

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João Fernandes, CEO Foto: Eduardo Almeida

A Fucking Amazing é uma agência de Marketing e Comunicação sem tabus. Como se traduz isso em projetos e tratamento do cliente?

Tentamos desburocratizar ao máximo a interação com o cliente, não complicamos, não temos medo de analisar o que está mal nem de criar e recriar novas soluções quando é necessário, de inovar, de pensar em novas abordagens e perspetivas e, essencialmente, de arriscar e fazer algo diferente, sempre com a exigência dos cumprir os objetivos dos nossos clientes.

Quais os principais desafios de trabalhar n(o) mundo digital?

Por um lado, a velocidade com que a tecnologia e as ferramentas evoluem abrem-nos novas portas e novos desafios, num mercado cada vez mais global e digital. Por outro, isto obriga-nos a estar em constante atualização de conhecimentos, pois competimos cada vez mais com empresas globais e os nossos clientes também.

Como se mantêm sempre atualizados no que respeita às estratégias e metodologias de Marketing e Design?

As metodologias não mudam com tanta frequência e os pilares essenciais do Marketing e do Design continuam a ser os mesmos. O que tem mudado a uma velocidade enorme é o avanço da tecnologia, das ferramentas e das plataformas que usamos no dia a dia. Na Fucking Amazing a equipa é completamente diversificada e de diferentes áreas. Partilhamos imenso conhecimento interno, seja em formações, seja no dia a dia. Além disto, procuramos fazer formações de referência regularmente.

Sentiram realmente um aumento nos pedidos para criação/melhoramento de websites e criação de lojas online, com a chegada da pandemia?

Por consequência dos dias que vivemos com a pandemia, o mercado também mudou e as pessoas estão a adaptar-se. Desde o início da pandemia que se fez sentir um aumento de pedidos, não tanto a nível de websites institucionais, mas principalmente no desenvolvimento de lojas online e outras plataformas de vendas ou encomendas. Além das lojas, vão surgindo alguns projetos novos. Ideias que as pessoas tinham guardadas no armário, mas não tinham coragem de arriscar e, por necessidade ou mudança do contexto em que vivemos, resolveram arriscar.

Parece-lhe que os empresários já reconhecem valor à presença online?

Reconhecem. Uns mais que outros. Ainda há negócios que não dispensam a visualização do produto antes da compra, ou de uma negociação cara a cara, mas isto acontece cada vez menos e a tecnologia tem-nos colocado ao dispor cada vez mais ferramentas que permitem isto acontecer online.

Que análise faz do mercado digital nacional?

Apesar de ainda termos muitas empresas no panorama nacional sem uma presença digital, comparativamente com outros países europeus, acho que estamos na dianteira do digital. As empresas têm vindo a digitalizar-se e a adaptar-se bem às novas tendências e temos cada vez mais empresas nacionais a dar cartas nas mais variadas áreas, num mercado global.

www.famazing.pt

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