A pandemia impulsionou o comércio digital

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O ano de 2020, marcado pelo início de uma pandemia, destruiu diversas oportunidades de trabalho, causando um enorme impacto nas expectativas dos consumidores, impulsionando, pelas razões óbvias, o comércio digital.

Perante esta nova realidade, o comércio de proximidade começou a fazer parte da vida e do quotidiano da maioria das famílias portuguesas. Os portugueses puderam contar, quando mais precisaram, com este canal de comercialização que, desde sempre, nos habituou a ter do outro lado do balcão quem nos conhece pelo nome e sabe as nossas preferências. Com os meios digitais, nomeadamente as redes sociais onde estamos presentes e ativos, a serem âncoras para estarmos perto dos nossos aderentes e consumidores, assistimos a uma comunhão de interesses entre o retalho e a indústria.

O “Novo Consumo” obrigou-nos a reagir, a concentrar esforços na gestão da resiliência e construção da recuperação, tornando-se imperativo identificar o que é relevante para os clientes, assim como adotar as medidas necessárias. Devido à concorrência crescente entre mercados, consideramos que inovar e ser criativo são dois fatores fundamentais para o sucesso de qualquer empresa. Atualmente, temos já retalhistas com capacidade de cumprir as encomendas online, de forma flexível, eficiente e rentável.

Tais medidas contribuíram para que, atualmente, já a viver o “novo normal”, exista uma maior flexibilidade na utilização dos meios digitais à nossa disposição e, hoje, conseguimos reagir e adaptarmo-nos, de forma mais célere, a mudanças repentinas da indústria que tem sido, igualmente, uma componente vital do nosso sucesso, nos últimos 18 meses.

O retalho alimentar adaptou-se, inovou, em muitos casos, antecipou medidas e mostrou uma resiliência fora do comum. Se falarmos do consumo e dos consumidores, acredito que estamos perante um novo paradigma que tem muito de racional, de alteração de comportamentos face à inexistência de uma compra por impulso, face a uma realidade que vai pairar sobre todos. Vem aí um momento muito difícil para o consumo, fruto de uma restrição financeira que todos vamos sentir.

Sentimos, igualmente, que os consumidores estão cada vez mais exigentes. É, por isso, muito importante trabalhar com a tecnologia, os processos, mas, acima de tudo, com as pessoas, de forma que satisfaça as expectativas dos nossos clientes.

O nosso compromisso é, acima de tudo, acompanhar o consumidor e as suas necessidades. Ou seja, estamos sempre em constante evolução e, nestes últimos tempos, a um ritmo mais acelerado. Para além de incentivarmos as nossas lojas a adotarem medidas próprias, também desenvolvemos mecanismos para uma experiência cada vez mais próxima – acabámos de lançar o nosso cartão de fidelização, disponível nas lojas aderentes de norte a sul do país, de modo a investir numa relação a longo prazo. Para além de reforçar a ligação com os consumidores, irá ainda facilitar todo o processo de compras. A transição para o digital também tem sido uma das nossas prioridades: apoiamos a criação de sites e vendas online de cada uma das lojas da rede.

Ainda nesta esfera, não podemos deixar de referir que, em outubro de 2020, fomos pioneiros na organização da primeira convenção digital da rede de comércio de proximidade e do retalho nacional, com a X Convenção Anual Aqui é Fresco, repetindo, em maio/junho de 2021, a concretização da XI Convenção Digital, onde registámos resultados ainda mais surpreendentes.

Estamos a acompanhar o inevitável crescimento do online, mas sem nunca esquecer o fator humano, característica diferenciadora da nossa forma de estar neste mercado. Houve uma reação imediata, uma agilidade muito grande e uma capacidade de fazer acontecer muito rápida, o que nos faz acreditar no futuro e na importância e pertinência crescente do comércio de proximidade.

Definitivamente, somos hoje uma empresa mais preparada!

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