“Notamos cada vez mais interesse em projetos de produção de energia verde”

A PlenoEnergia desenvolve a sua atividade na área da energia solar e assegura aos clientes energia de qualidade, sem falhas e sem custos de investimento. Eurico Sobral, o diretor da empresa, explica como tal é possível e enumera, ainda, as vantagens de optar pela produção e utilização de energia solar no dia a dia particular ou das empresas.

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Como é possível conseguir assegurar condições de qualidade energética, sem falhas e sem custos de investimento aos clientes que vos procuram?

A PlenoEnergia é dotada de uma equipa de administração e operação com mais de 10 anos de experiência no setor energético e financeiro; aliamos produção de energia, e a capacidade de financiamento a um produto único, que oferece a estabilidade energética aos nossos clientes. Contamos com os nossos profissionais, que trabalham diariamente, com os nossos parceiros
financeiros que acreditaram no nosso projeto e com os clientes que nos deram essa confiança de mostrar que é possível ser autónomo.

Após o primeiro contacto do cliente, como se desenvolve o processo até à instalação dos painéis solares?

O processo é muito simples: a nossa equipa técnica opera uma visita ao local ou locais de implementação da solução de energia renovável, onde desenvolve, a custo zero, um relatório
técnico pormenorizado. Após este processo, o nosso departamento de engenharia dimensiona, projeta e define uma “tarifa solar” com o cliente. Após a aceitação, é definido um
acordo para a instalação e exploração do sistema solar – por norma, com acumulação – de forma a trazer uma independência da rede elétrica ainda maior. Após isso, é agendada a
instalação e comissionamento, e o cliente começa a poupar desde o primeiro dia.

Quais as vantagens dos clientes que recorrem à energia solar para garantir a sua energia?

A energia solar é uma tecnologia renovável e, como o próprio nome indica, é regenerada a cada momento. Isso dá a possibilidade de produzir, durante os períodos diurnos, para o nosso próprio benefício e também para acumular para utilizar mais tarde. Por outro lado, a energia solar combate as oscilações dos preços de energia nos consumidores. Nos últimos meses
temos visto que os preços no mercado SPOT estão altíssimos, mas a realidade é que os consumidores, e em particular as empresas, estão a pagar caro. Ainda assim, continuam a
pensar duas vezes quando recebem uma oportunidade de instalar um sistema de produção de energia. A energia solar ajuda, também, a reduzir as emissões de CO2, é não poluente e,
em termos de manutenção, é mínima. A energia solar não fere a visibilidade, quando colocada em coberturas (na grande maioria nas empresas nem são visíveis). É um excelente investimento para os consumidores, que podem obter poupanças muito elevadas, e um
excelente investimento para financiadores/investidores que queiram rentabilizar o capital com
risco mínimo e alta segurança.

Qual tem sido a recetividade das empresas na aquisição destas soluções de energia?

As empresas procuram-nos, cada vez mais, em busca de soluções de autonomia, nomeadamente, solar+acumulação ou mini-eólica + acumulação ou para complementar o
solar já existente com a acumulação. No entanto, sentimos que os gestores ainda têm alguma dificuldade de chegar às suas administrações e apresentar soluções do tipo “energy as a service”, pois existe o velho ditado “ninguém dá nada a ninguém” e de facto, é isso que acontece. A PlenoEnergia apenas oferece um serviço aos consumidores, onde alarga o recebimento das suas receitas, de forma que a penetração do serviço nas empresas seja uma
realidade.

Quais os objetivos a atingir, a curto prazo, por parte da Pleno Energia, que gostasse particularmente de destacar?

A PlenoEnergia está em grande expansão. Estamos com operações a decorrer em Portugal, Espanha, França, Brasil e Cabo Verde. A nossa ambição é chegar a 2030 com 50 países em operação, com a visão da democratização da energia e oferecer condições até para os que hoje não conseguem acender uma luz. A curto prazo, pretendemos consolidar a operação em Portugal e Espanha e atingir uma quota de mercado significativa em termos de sites em
exploração, bem como afirmarmo-nos no segmento industrial, seja na produção ou na implementação de soluções de autonomia. Temos um longo caminho a percorrer.

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