Há 25 anos, a realidade empresarial em Portugal era muito diferente. Fazendo um balanço deste período, como caracteriza a evolução da marca Opticalia e a forma como esta se tornou um nome reconhecido das óticas nacionais?
A Opticalia surgiu em 2012, como uma oportunidade de consolidar o negócio ainda mais, crescer e estar cada vez mais perto do cliente. É uma empresa que veio para o mercado com o objetivo de ser líder, tem uma atitude muito otimista e realista, com a qual me identifico, e daí que tenha sido das primeiras a associar-me ao Grupo, quando fui convidada a entrar, em maio de 2012. Ao longo destes 10 anos, foi uma marca que sempre teve o
seu caminho muito bem definido e que tem vindo a construir junto do público toda a sua notoriedade. Este ano ficou ainda marcado pela apresentação da Embaixadora da marca, a artista Áurea que, com a sua simpatia e presença marcante, não tem deixado ninguém indiferente e ajudou-nos a marcar claramente a diferença.
O que distingue a Opticalia de outras óticas do país? Qual considera ser o seu aspeto marcante, único e irrepetível?
Na Opticalia, temos algo único que temos vindo a trabalhar desde o arranque: marcas reconhecidas exclusivas como a Mango, Pepe Jeans, a Pull & Bear, a Custo Barcelona, a Pedro del Hierro ou a Victorio&Lucchino, que garantem uma oferta diversificada, acessível para todos, a preços verdadeiramente incríveis. E depois, claro, a
preocupação constante em dar um serviço realmente diferenciador ao cliente.
Ao longo destes anos, abriu várias lojas, a mais recente em Cascais, no CascaiShopping. Tendo em conta o período económico que atravessamos, o que a leva a apostar em continuar a crescer?
Desde o início que a nossa filosofia tem sido a de aproveitar todas as oportunidades que o mercado apresenta para um caminho de crescimento. Tínhamos definido que a presença em mais centros comerciais era uma prioridade e que quando a oportunidade surgisse, mesmo que fosse num período mais incerto, o caminho seria sempre para a frente. Por isso, cá estamos. A trabalhar e a acreditar que, quando fazemos as coisas com gosto,
convictos que vamos ter sucesso, os negócios desenvolvem-se.
Considerando as previsões relativas à inflação, bem como o facto de o consumo privado estar a baixar, sendo os óculos uma necessidade ou um acessório cujo custo pode ser incomportável para algumas famílias, como se preparam para este impacto?
As perspetivas são a certeza que continuaremos sempre a trabalhar focados no cliente, na melhoria constante, em desenvolver as melhores ferramentas e propostas para quem nos visita. Obviamente que estes tempos são, como disse, de incertezas, mas se não nos adaptarmos a elas e apresentarmos mais valor para todos, então mais
vale fecharmos as portas. Temos soluções nas nossas lojas para ajudar os clientes que estão a sentir mais este impacto e acreditamos que, juntos, conseguiremos sempre dar resposta às necessidades de quem nos procura.
Quais os desafios que aguardam a Opticalia Esonor-Olharlongo para 2023? Que perspetivas existem, no sentido do crescimento e da adaptação rápida às novas realidades que o mercado agora exige?
O caminho será sempre o do crescimento e de aproveitamento de todas as oportunidades que o mercado apresentar. Por outro lado, a Opticalia não visa somente vender serviços e produtos, mas solucionar necessidades e satisfazer os clientes. Para o conseguir, as equipas das nossas lojas são formadas para respeitar os valores e atitudes que consideramos essenciais. A dedicação, a polivalência, o brio profissional, a simpatia e a empatia para com o cliente e para com os colegas de trabalho fazem toda a diferença. Acreditamos que trabalhamos todos em conjunto para o mesmo fim: a excelência do serviço.
Ao fim destes anos enquanto empreendedora, continua a querer continuar a evoluir?
Claro que sim! É esta vontade de querer sempre fazer mais e melhor que me move. Sou uma mulher decidida, com objetivos bem definidos. Sei onde estou neste momento, na minha vida, e para onde quero ir, tanto a nível pessoal como profissional.











