Pontopay: um espaço criado para o cidadão

Fundada em 2013, a Pontopay nasce a pensar no cidadão e para o cidadão. Com serviços que vão desde as telecomunicações, às energias e aos seguros, a empresa distingue-se pela imagem de rigor e confiança que tem construído ao longo dos últimos anos. São mais de 1300 agentes a nível nacional e 26 lojas em regime de franchising. Paulo Oliveira, diretor da Pontopay, orgulha-se do crescimento exponencial que a empresa tem vindo a vivenciar.

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Paulo Oliveira e Paula Oliveira, diretores-gerais

Que evolução se tem feito sentir no mercado e de que forma é que a Pontopay se tem posicionado perante essas mudanças?

Quando arrancámos com este negócio, éramos a única concorrente da Payshop, em Portugal. Depois de um ano, achámos que o que estávamos a fazer não ia ter a rentabilidade que ambicionávamos. Começámos, então, a desenvolver uma plataforma online para o cidadão. Com isto, começámos a crescer e, por volta de 2015, considerámos que a área das telecomunicações era forte. Surgiu, então, o projeto de contratação de serviços de telecomunicações e acabámos por receber o prémio de melhor empresa, a nível nacional, nessa área. Recentemente, e numa altura de pandemia, resolvemos agarrar o projeto das energias de uma forma mais séria. Isto ajudou-nos a crescer acima dos 100%.

O franchising da Pontopay foi desenhado para que todos os portugueses tivessem fácil acesso aos serviços que prestam?

Nós devemos ser uma das empresas que mais pedidos recebe de franchising. Recebemos, em média, por dia, dois a três pedidos. No entanto, não basta ter dinheiro para abrir uma loja Pontopay. É preciso ter conhecimento. Isso é o mais importante. Só quando eu verifico que a pessoa tem capacidades é que eu questiono se há meios financeiros para avançar com o negócio.

Como é que a Pontopay lidou com a pandemia quando esta se instalou em Portugal?

Nesta fase, comprovou-se que a aposta que as pessoas responsáveis pela empresa fizeram foi assertiva. Estamos inseridos num grupo de entidades que são consideradas de primeira necessidade. Isto é, enquanto toda a gente estava em confinamento, nós éramos das poucas empresas que tínhamos autorização para estar de porta aberta. Isto resultou num aumento de vendas de energias e telecomunicações. No ano de 2019, estávamos a faturar cerca de um milhão de euros. Este ano, vamos ultrapassar os 2,5 milhões de euros em termos de faturação de serviços.

Esperavam um crescimento exponencial destes?

No fundo, já estávamos preparados para que isto acontecesse. No entanto, pensávamos que seria de uma forma mais gradual. Toda a gente gastou mais energia e telecomunicações. Hoje em dia, ninguém vive sem internet nem sem o telemóvel.

Portugal está a atravessar, novamente, uma crise económica. Como é que antevê 2022, no que diz respeito à possibilidade de saída da crise?

Eu sou um empresário versátil, ou seja, não me foco nos problemas. Eu procuro soluções. Não tenho uma tendência política, porque tudo muda rapidamente. O que posso dizer é que, no que diz respeito a quem estava no poder, não se podia ter feito muito mais do que foi feito. Temos de dar valor a quem está na frente da batalha e apoiá-los, porque a situação não é fácil. Além disso, somos um povo de desafios e demos, mais uma vez, provas disso. Aceitámos muito bem as regras que nos foram impostas e demonstrámos civismo. Em termos empresariais, penso que temos por onde crescer e que as coisas estão bem encaminhadas. Claro que ainda vamos ter uma ou outra recaída e vamos precisar de capacidade para a controlar. Não basta dizermos que as coisas estão mal, é necessário tomar uma atitude para que tudo melhore. Além disso, por norma, o empresário português adapta-se muito bem às dificuldades que vão surgindo.

Relativamente ao futuro da Pontopay, o que poderá surgir no próximo ano?

Temos alguns negócios em andamento, entre eles, a abertura de uma sucursal no Brasil, em Angola e em Espanha. A ideia é começarmos a expandir e duplicar o nosso número de lojas, no próximo ano. Queremos crescer além fronteiras e, em primeiro lugar, em países de língua portuguesa.

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